17
abr 2014
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É por isso…

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abr 2014
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Obstáculos e dificuldades.

17
abr 2014
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Gastos com propaganda do Governo Dilma.


Na verdade, estes gastos se referem só

à presidência e aos  ministérios.

Se adicionarmos à conta as despesas da estatais, como

Petrobras, Banco do Brasil, Caixa, Correios, BNDES

e outras, este valor praticamente dobra,

chegando a mais de 4 milhões de reais, em 2013.

Podem multiplicar os gastos do Governo

Dilma Roussef com propaganda por 4.

Ou seja, cerca de 16 bilhões de reais.

JJ

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Vamos a um detalhamento oficial, divulgado pela Folha:

O governo federal investiu R$ 2,3 bilhões em propaganda em 2013, registrando o maior valor já gasto com publicidade desde 2000, quando o dado começou a ser divulgados. Com isso, o governo de Dilma Rousseff passa a ser o recordista em investimento publicitário, ultrapassando os R$ 2,2 bilhões gastos em 2009 com Luiz Inácio Lula da Silva, informa a Folha de São Paulo.

As informações, divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto, apresentam números corrigidos pelo IGPM, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), indicador comumente usado no mercado publicitário.

O valor do ano passado é 7,2% superior ao registrado em 2012, já descontada a inflação do período. Os R$ 2,3 bilhões incluem os gastos da administração pública direta e indireta, ou seja, estatais como os Correios e a Petrobras também entram na conta. Se considerados somente a administração direta, que envolve o Palácio do Planalto e os ministérios, por exemplo, o investimento foi de R$ 761,4 milhões.

Por meio de sua Secretaria de Comunicação, o governo informou que em 2013 “apresentou novas campanhas de utilidade pública voltadas à prevenção de acidentes de trânsito, de combate ao uso de crack e de lançamento do programa Mais Médicos”. Outra justificativa apresentada para o aumento de gastos foi o fato de que “um terço do crescimento do volume publicitário foi puxado pelas ações dos Correios, que completou 350 anos em 2013″.

A Folha lembra que o montante coloca o governo federal como o quarto maior anunciante do país de acordo com o ranking anual do Ibope, atrás somente de Unilever (R$ 4,6 bilhões), Casas Bahia (R$ 3,4 bilhões) e Genomma (R$ 2,5 bilhões).

Meios

A TV foi o meio que mais concentrou o investimento do governo em publicidade, recebendo R$ 1,5 bilhão. Jornais e revistas, juntos, somam R$ 309 milhões, enquanto o rádio recebeu R$ 175,8 milhões. Para a internet, foram destinados R$ 139 milhões.

É o segundo ano consecutivo que aumenta o investimento do governo em publicidade. Após quedas de 2009 para 2010 e, depois, em 2011, o índice cresceu em 2012.

17
abr 2014
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Facebook obriga a usar o Messenger.

Quem costuma conversar com os amigos pelo chat do Facebook em seus smartphones e tablets terá de, obrigatoriamente, baixar o Facebook Messenger. A rede social anunciou que, em breve, irá retirar a função de envio e recepção de mensagens em seu tradicional aplicativo, deixando-a disponível apenas no ícone do Messenger.

Os usuários do Facebook já começaram a ser notificados sobre a necessidade de baixar o app para a troca de mensagens instantâneas. O aplicativo foi lançado pela companhia há muito tempo, mas como era possível enviar e receber mensagens Inbox no app original do Facebook, seu download e utilização não eram necessariamente obrigatórios.

Em entrevista ao The New York Times, Mark Zuckerberg, fundador da empresa, disse que a mudança é parte da evolução da plataforma na mídia mobile e salientou que o app Facebook Messenger é muito bem sucedido, sendo utilizado para a troca de 10 bilhões de mensagens por dia.

Em fevereiro deste ano, o Facebook pagou R$ 16 bilhões pelo WhatsApp, o mais popular aplicativo de troca de mensagens do mundo. Na mesma entrevista concedida ao New York Times, Zuckerberg disse acreditar que o WhatsApp e o Facebook Messenger não competem entre si por serem utilizados com propósitos diferentes.

Com informações da CNN e do IDG Now, em Meio e Mensagem

17
abr 2014
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Na Saraiva, o quinto mais popular.

Publicitar - Uma...

Publicitar – Uma Nova Visão da Publicidade

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17
abr 2014
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Ogilvy deixa personagens infantis carecas.

Em novembro de 2013, a Ogilvy Brasil e o GRAACC (Grupo de Apoio à Criança e ao Adolescente com Câncer) criaram uma campanha contra o câncer infantil chamada Carequinhas (relembre aqui).
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A ação abordava o preconceito que as crianças carequinhas enfrentam no seu dia a dia e mostrava a todo o país os mais conhecidos personagens infantis de desenho animado em sua versão sem cabelos.
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Com a repercussão positiva da ação, um novo passo foi dado: transformar o que seria apenas uma campanha em um movimento global.
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Aproveitando que abril é o mês internacional da luta contra o câncer, cerca de 40 personagens de desenhos animados de vários países rasparam a cabeça em apoio à causa, que agora torna global.
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Snoopy, Hello Kitty, Garfield e outros juntam forças com Galinha Pintadinha e Turma da Mônica para lutar contra o preconceito e mostrar que criança com câncer pode e deve ser vista como qualquer outra criança.
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Um vídeo com o depoimento da criançada em tratamento também foi lançado.
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Acesse o site oficial aqui.
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Veja do vídeo, produzido pela Paranoid:

Fonte: Adnews

17
abr 2014
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A grande diferença

17
abr 2014
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Jornalismo online tem 35% dos assinantes da Folha.

Pavimentar uma estrada nunca foi uma tarefa das mais fáceis. Aliás, pelo contrário, liderar um movimento setorial é um grande desafio. No inicio de 2012, quando o site do jornal Folha de S.Paulo resolveu adotar o modelo de paywall poroso, pouquíssima gente sabia dizer o que de fato isso significava. No mundo, o formato foi popularizado pelo The New York Times, que passou a limitar o número de textos lidos por mês, e liberar todo o conteúdo da plataforma apenas para os assinantes. O objetivo era conquistar recursos para custear as operações da redação e manter o jornalismo de qualidade, coisa que a publicidade sozinha ainda não consegue fazer na maioria dos casos.

Ciente de que a iniciativa receberia críticas, a Folha começou o movimento de maneira gradual e estratégica e tomou o cuidado de explicar a medida a seus leitores, o que mesmo assim não poupou o veículo da ira de parte do público, na época. “Não posso dizer que os comentários (negativos) tenham nos surpreendido. Agora, o jornal foi bastante transparente em explicar os seus motivos, e também ao mostrar para os leitores que eles passariam a ter acesso a muita coisa a mais no site. Não era simplesmente passar a cobrar pelo mesmo conteúdo de antes”, explicou o secretário-assistente de redação, Roberto Dias.

E como mudar o comportamento do leitor da web, que já se acostumou a ler notícias de graça? “Não está escrito em pedra que todo conteúdo jornalístico deve ser gratuito. Creio que diferentes modelos vão conviver nas diferentes plataformas, como aconteceu até hoje, aliás. Vale lembrar que em determinado momento chegou-se a pensar a mesma coisa em relação à música, quando achavam que ninguém mais pagaria para ouvir as canções. O iTunes provou que há vários fatores a considerar, entre eles o conforto de quem consome o conteúdo”, defende Dias.

Embora não tenha revelado números de crescimento ou participação do paywall poroso em seu faturamento, a Folha admitiu que a medida foi essencial para sustentar a  operação nos meios digitais e qualificar o conteúdo da plataforma. “O jornal tem o objetivo de investir e melhorar continuamente seu conteúdo digital. Nossa avaliação é que temos trilhado o caminho dessa meta, mas esse processo é longo, para não dizer interminável. Queremos dar mais furos, melhorar a qualidade dos nossos textos, oferecer mais opções de leitura e mais vídeos e também melhorar a experiência do leitor da Folha em diferentes plataformas”, pontua o jornalista.

Em matéria recente, publicada pelo próprio jornal, a Folha disse liderar o ranking nacional na categoria paywall, com 26% de assinaturas a mais do que as de O Globo e o dobro do informado por O Estado de S. Paulo. As assinaturas digitais equivalem a 35% da circulação total do jornal, segundo os dados finais do IVC para fevereiro.

Além disso, não se pode esquecer, o paywall poroso também é uma maneira de abrir um abismo entre o jornalismo de qualidade e o jornalismo semiprofissional, que é bastante praticado na web, principalmente ao dar um duro golpe nos sites que vivem de “Ctrl C + Ctrl V”. “Nós vemos o paywall como uma das peças de uma política mais abrangente para o nosso conteúdo. Protegê-lo contra cópias irregulares é uma perna dessa estratégia, e a Folha tem sido muito ativa nisso, tendo colhido diversas vitórias”, concorda Dias.

Com os investimentos em publicidade no meio digital crescendo bem, mas ainda longe de atingir as enormes fatias de meios tradicionais como a TV e o jornal, os veículos de internet em todo o mundo estão encontrando no paywall poroso uma maneira de manter o negócio sustentável. É cedo ainda para dizer se esse é um modelo ideal, principalmente porque a tecnologia tem mexido com a comunicação de uma maneira muito rápida e intensa. É inegável, porém, que é uma tendência forte e que deve ganhar cada vez mais penetração no futuro próximo.

Fonte: Adnews

17
abr 2014
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Polícia federal fará devassa em licitações, corrupção, soinegação e desvio de dinheiro público.

A Polícia Federal deverá abrir novos inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato para investigar especificamente fraudes em licitações, desvios de recursos públicos, corrupção ativa e passiva e sonegação fiscal. Essa etapa da investigação terá como meta principal identificar servidores e admninistradores públicos e políticos envolvidos com o doleiro Alberto Youssef, personagem central da Lava Jato, deflagrada em 17 de março para estancar esquema de lavagem de idnherio que pode alcançar R$ 10 bilhões.

Nesta terça feira, 15, a PF concluiu 4 inquéritos e indiciou 46 investigados, entre eles Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa. O ex-executivo da estatal foi indiciado em um desses inquéritos, da Operação Bidone – desdobramento da Lava Jato -pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Costa e Youssef estão presos em caráter preventivo, por ordem da Justiça Federal.  A PF vai produzir novos inquéritos para estabelecer os vínculos do doleiro e do ex-diretor da Petrobrás com agentes públicos e políticos.

A PF suspeita que Youssef se infiltrou em órgãos públicos por meio de empresas de fachada para conquistar licitações milionárias. Na Petrobrás, o braço do doleiro teria sido Paulo Roberto Costa, segundo suspeita a PF.

Os novos inquéritos terão base no estudo do material apreendido em poder do doleiro e do executivo. Com Youssef, os federais encontram 7 celulares. Ele foi preso em São Luís (MA). Em uma das mepresas de fachada do doleiro, a PF recolheu outros 27 celulares. A PF pediu autorização judicial para a análise e cruzamento dos dados dos 34 aparelhos “a fim de possibilitar a real dimensão dos contatos do doleiro preso” – medida que ainda depende de extração dos milhares de arquivos de mensagens de SMS, bem como aplicativos de conversação, tais como whatsapp, viber e outros.

Na residência do ex-diretor da Petrobrás a PF apreendeu um HD e 37 pen drives que estão sendo analisados.

VEJA O RELATÓRIO FINAL DA OPERAÇÃO BIDONE, DESDOBRAMENTO DA LAVA JATO, DA POLÍCIA FEDERAL, COM OS INDICIAMENTOS DO DOLEIRO DO EX-DIRETOR DA PETROBRÁS

por Fausto Macedo, no Estadão

17
abr 2014
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Coca-Cola cria arco-íris, pelos 20 anos de democracia na África do Sul.

A Coca-Cola resolveu comemorar os 20 anos de democracia na África do Sul, celebrados em abril de 2014, de maneira diferente.

A marca, em parceria com a agência FCB da África do Sul, criou um arco-íris de verdade para comemorar a nação que agora vive livre do Apartheid.

Representando a diversidade e o país que ficou conhecido como “nação arco-íris” depois da eleição de Nelson Mandela (termo criado pelo arcebispo Desmond Tutu), a marca instalou a engenhoca num prédio de Johannesburgo. Como diz no vídeo, a empresa não apenas mostrou o símbolo acima de seu outdoor, mas o criou.

A gigante pensou até na sustentabilidade da ação, já que a instalação conta com água reutilizável e não consumível. Além disso, a marca também fez questão de transformar o “fim do arco-íris” em ponto de encontro dos consumidores (sim, ela também criou um arco-íris que tocava o chão).

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Fonte: Adnews

17
abr 2014
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Urgente!

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Urgente é tudo aquilo que você não fez

em tempo hábil e quer que um outro

faça em tempo recorde.

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Do Facebook

17
abr 2014
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Para os neutros

17
abr 2014
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17
abr 2014
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Le Coq Sportif volta ao Brasil.

A marca francesa Le Coq Sportif está voltando para o mercado brasileiro.

A empresa de artigos esportivos será operada no país pela SPR Franquias, que administra as redes Poderoso Timão, Gigante da Colina e São Paulo Mania, informa Lance.

Em cinco anos, a SPR planeja lançar 50 lojas da marca.

17
abr 2014
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Médica cubana ouvindo tudo…

Técnica cubana: auscultar sem usar os ouvidos…

17
abr 2014
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Alemães não são sérios…

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“Os alemães fizeram a Copa para mostrar

que não são sérios e sizudos…”

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Mais uma pérola de Dilma, que vai

gerar protestos alemães.

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JJ

17
abr 2014
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Piá Curitibano.

https://www.youtube.com/watch?v=MgEB38G2t6Y

Paulo Chaves

17
abr 2014
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Executivos de marketing temem Big Data.

Não está fácil para ninguém: pesquisa da IBM com 524 executivos-chefes de marketing (CMOs) do mundo todo (69 dos quais na América Latina) apontou que apenas 18% deles se consideram preparados para lidar com a ascensão do Big Data e o consequente aumento meteórico da quantidade de informações as quais têm acesso. Três anos atrás, esse índice era de 29%.

Em relação às mídias sociais, 34% se consideram aptos a desenvolver boas estratégias, um pequeno aumento na comparação com o resultado (32%) do estudo de 2011.

Quanto ao uso de tecnologias específicas com as quais pretendem trabalhar mais extensivamente no prazo de três a cinco anos, os CMOs destacam as ferramentas analíticas avançadas (94%), ações para dispositivos móveis (94%) e plataformas colaborativas (87%).

A pesquisa faz parte da série de estudos que a IBM desenvolve desde 2003 junto com executivos-chefes de diferentes áreas — ao todo, mais de 23 mil entrevistas já foram realizadas nesses 11 anos.

Fonte: Meio e Mensagem