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abr 2014
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Nova campanha água da boca da Pizza Hut.

É em tom de trailer de cinema que a Pizza Hut apresenta sua nova campanha publicitária, com criação assinada pela Rái. Focada em suas opções mais tradicionais, a estratégia é intitulada “Clássicos da Pizza Hut” e apresenta como protagonistas os sabores Brasileira, Supreme, Corn Bacon e Pepperoni.

No filme que encabeça a campanha, cada uma das pizzas tem seu momento de protagonista. A peça será veiculada em canais de TV paga, como Multishow, Telecine, Universal, Fox, Discovery, TNT, Warner e Sony, entre outros. Também foi elaborado material de comunicação para os restaurantes da rede, bem como suporte nas redes sociais.

“Esta é mais uma das iniciativas de marketing que estamos adotando nacionalmente. Teremos outras grandes novidades ao longo de 2014, que sem dúvida, serão extremamente importantes para o crescimento da Pizza Hut no Brasil”, reforça Joana Fleury, head of marketing da Yum! Brands, grupo responsável pela Pizza Hut no mundo.

Fonte: propmark

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Eudora e os contos de fadas da beleza

A história de Cinderela, personagem de um dos mais populares contos de fadas, foi atualizada na nova campanha institucional de Eudora, marca de maquiagens e produtos de beleza do Grupo Boticário. Criados pela Santa Clara, os filmes apresentam consumidoras e revendedoras nas posições da mocinha e da fada madrinha, respectivamente.

O primeiro vídeo, “Cinderela”, mostra situações enfrentadas pelas mulheres modernas no cotidiano, como a corrida para conseguir um lugar no transporte público e as exaustivas reuniões no trabalho. As pressões diárias deixam a personagem principal para baixo. No papel de fada madrinha, a revendedora Eudora aparece para devolver a confiança à mulher, fazendo-a sentir-se mais bonita.

Já o segundo filme da ação, intitulado “Fada Madrinha”, tem como foco as parceiras de venda direta de Eudora. Em 30 segundos, a marca exalta a importância das revendedoras para que as mulheres brasileiras sintam-se mais belas.

Esta é a segunda grande campanha nacional de Eudora. Em 2013, a marca apresentou-se ao mercado com um filme que buscava mulheres que não são café com leite. Recentemente, a marca anunciou sua entrada no segmento de cabelos, que movimenta no Brasil R$ 18 bilhões e responde por 24% das vendas totais de cosméticos.

Fonte: Meio e Mensagem

24
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Globo lança jingle da Copa

Entrou no ar ontem o clipe que lança a música oficial da Globo para a Copa do Mundo 2014. Criado pela Comunicação da emissora, as cenas mostram o povo brasileiro jogando futebol em diversos cantos, cenários e lugares do país.

A canção “Somos um só” é uma nova versão de “Coração Verde e Amarelo” – de Tavito e Aldir Blanc -, música que há muitos anos acompanha o futebol da Globo.

Veja aqui o filme.

Fonte: Adnews

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Não sabe nada. Nunca.

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Nike

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Quem usa o Twitter no Brasil?

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Coma com a cores.

Foto: Do you know that each of the colors in FullyRaw fruits and veggies play a vital role in our health? Together they create a rainbow splash of color that flows through our veins to give us a complete spectrum of vitamins and minerals, bringing us PERFECT health and vibrant LIFE! Have you eaten your rainbow today?! <3 Kristina Carrillo-Bucaram Rawfully Organic Co-op www.instagram.com/fullyrawkristina

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Foto: Confere, produção? :P

E em agosto vou tirar férias…

JJ

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abr 2014
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Petrobras é campeã mundial — de queda em ações na bolsa

A conjuntura externa tem sido a desculpa predileta do governo para explicar todos os males que se abatem sobre a economia brasileira. O argumento se aplica desde a alta da inflação até a oscilação do dólar, passando pelo próprio resultado fiscal do Brasil. Os estímulos econômicos que vêm dilacerando as contas públicas brasileiras são resposta à crise internacional, disse o ministro Guido Mantega em inúmeras ocasiões. No caso da Petrobras, não poderia ser diferente. Tanto a presidente Dilma Rousseff quanto a atual chefe da estatal, Graça Foster, alegaram fatores externos como causas da queda do valor de mercado da companhia na bolsa. Até mesmo o ex-presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, arriscou dizer em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que a crise internacional foi a causa dos males da empresa durante sua gestão, digamos, “exemplar”.

Contudo, os números mostram que o impacto da crise no desempenho da Petrobras na bolsa não foi tão pernicioso assim — e que as coisas pioraram mesmo com a queda da confiança do mercado em relação à empresa e ao Brasil. Entre as dez maiores companhias de energia do mundo, segundo o ranking mais recente da consultoria IHS, apenas a Petrobras acumula queda de valor de mercado entre 2009, quando o mundo sofria o impacto agudo da crise, e 2014. As demais conseguiram trafegar pelos anos difíceis e se reerguer, como mostra o gráfico. A americana Chevron, por exemplo, saiu da terceira posição no ranking das maiores empresas em dezembro de 2008 para a primeira posição em 2014. Curiosamente, em maio de 2008, antes da eclosão da crise, a Petrobras havia conseguido ultrapassar a Microsoft, o Walmart e a própria Chevron em valor de mercado, tornando-se a terceira maior empresa do continente americano, atrás apenas da Exxon e da General Electric. À época, o valor da estatal estava próximo de 500 bilhões de reais. Hoje, está em 200 bilhões.

Gráfico - Petrobras

Os números são elucidativos porque mostram que, em dezembro de 2008, as maiores empresas de petróleo do mundo haviam passado por uma tormenta sem precedentes devido ao derretimento dos mercados de ações e à falta de liquidez nos Estados Unidos e na Europa. Naqueles tempos, não houve empresa em bolsa que tivesse ficado ilesa. Assim, em 2009, todas as petroleiras estavam na estaca zero — recolhendo os cacos. Ao longo daquele ano, a Petrobras conseguiu acompanhar o curso do setor e mostrou recuperação. Suas ações, que eram negociadas a 24 dólares no último pregão de 2008, terminaram 2009 a 47 dólares. De lá pra cá, porém, a queda foi constante — mesmo em 2010, ano em que a economia brasileira cresceu 7,5% e não sinalizava a desaceleração permanente que estava por vir. Aquele também foi o ano da capitalização bilionária da Petrobras, em que a companhia levantou 120 bilhões de reais no mercado para financiar os investimentos na exploração do pré-sal. Portanto, a queda verificada no período mostrava uma clara insatisfação do mercado com os planos da empresa para os bilhões captados. Porém, quando se olha a trajetória das outras empresas do setor, apenas a Petrobras perdeu valor de mercado no período.

Durante o governo Dilma, a forte atuação da empresa como braço de controle inflacionário terminou de minar qualquer plano otimista que pudesse haver para o futuro. Para se ter ideia, a produção da companhia não saiu do patamar de 2,5 milhões de barris/dia nos últimos anos, enquanto sua dívida disparou, passando de 65 bilhões em 2010 para 223 bilhões em 2014. “A petroleira não se valeu apenas do dinheiro captado com a oferta de ações em 2008, mas também aumentou seu endividamento para conseguir investir”, explica Flavio Conde, economista da Gradual. “Como a Petrobras não aumentou sua produção para acompanhar a demanda, precisou importar a um preço mais alto no mercado internacional, o mercado não gostou e as ações despencaram”, diz. 

Gráfico - Petrobras

Na mesma base de comparação, a americana Exxon conseguiu crescer sem explodir sua dívida: em 2010, seu valor de mercado era de 369 bilhões de dólares e o endividamento era de 7 bilhões de dólares; agora, vale 416 bilhões de dólares e seu a dívida avançou para 18 bilhões de dólares. “A resposta para a matemática da Exxon está na lucratividade; empresas têm de ter um lucro compatível com a necessidade de investimentos”, aponta Conde. No caso da Petrobras, a origem da baixa produtividade da empresa está não só na gestão aparelhada, mas também na política de conteúdo nacional, que fez com que a estatal dependesse de uma cadeia de fornecedores locais para conseguir levar adiante seu plano de investimentos. A estratégia deu errado não só porque a execução da política de governo mostrou-se mais difícil do que o esperado, mas também porque os fornecedores não se mostraram dispostos a investir para atender à demanda da empresa.

Resultado da insatisfação do mercado com a condução da estratégia pela gestão petista foi visto recentemente, numa situação pra lá de esdrúxula, quando as ações da empresa passaram a subir mesmo com a perspectiva de uma CPI — fato que assustaria qualquer acionista. A influência do governo na estatal também pesou. Tanto que a queda da aprovação do governo Dilma impactou positivamente a variação das ações da Petrobras. Diante de tantas contradições, o mercado continua com mais perguntas do que respostas sobre o que a estatal se tornou hoje e como as coisas podem ser diferentes no futuro.

Fonte: Veja

24
abr 2014
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O mapa de Game of Thrones

24
abr 2014
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Na Livraria Cultura.

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24
abr 2014
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Mudanças ds Ogilvy.

O Grupo Ogilvy Brasil anunciou nesta terça-feira (23) uma movimentação na posição de seus executivos de criação e, além disso, a chegada de um novo profissional.
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Anselmo Ramos está de malas prontas para Miami,  mudança que acontecerá ainda no início do segundo semestre de 2014. O cofundador da DAVID vai comandar o primeiro escritório da agência nos Estados Unidos. Para a função de VP nacional de criação da Ogilvy Brasil, que era acumulada havia dois anos por Anselmo, a agência contratou Aricio Fortes, ex-Grupo ABC.
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Ainda como parte das mudanças, Roberto Fernandez, até então diretor-geral de criação da Ogilvy, segue para a DAVID, tornando-se o novo líder da área no escritório de São Paulo. Importante lembrar que Paco Conde, diretor-geral de criação da Ogilvy, se mantém no cargo e continua no escritório do Rio.
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“A Ogilvy Brasil é hoje uma referência em criação em todo o mundo. Isso aconteceu a partir de uma evolução constante e muito consistente desde a chegada do Anselmo Ramos, em 2007. Acreditamos que as mudanças que estamos anunciando são essenciais para fazer da nossa empresa uma agência cada vez mais eficiente e, claro, criativa. Só tenho a desejar boa sorte a todos esses grandes talentos e que sejam bem-vindos em suas novas funções”, diz Sérgio Amado, presidente do Grupo Ogilvy Brasil.
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Para Fernando Musa, CEO da Ogilvy & Mather, a chegada de Aricio Fortes como VP de criação representa um grande desafio: recomeçar uma história. “Vi no Aricio a ‘fome’ e a ambição para começarmos tudo de novo”, comenta Musa.
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Aricio, que na origem é redator, vem da agência Africa, onde estava desde o final de 2012 como diretor de criação. Ainda trabalhou na DM9DDB e na Pereira & O’Dell (São Francisco).
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“A Ogilvy está num momento incrível, é uma marca consagrada mundialmente e para qualquer criativo é uma honra fazer parte dessa história”, diz Aricio, que inicia na agência no próximo dia 12 de maio.
Hoje, o time de diretores de criação da Ogilvy em SP é composto pelos seguintes nomes: Charles Cruz, Guilherme Giacomo, Miguel Genovese, Moacyr Netto, Rafael Donato, Michel Neuhaus (designer) e Pablo Moura (UXD).
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Futuro da DAVID
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Ramos ainda não revela detalhes da equipe que estará ao seu lado em Miami e, por enquanto, nem mesmo as contas que já serão atendidas pela DAVID de lá. Mais informações serão reveladas em maio. “Tem muita coisa acontecendo e ainda para ser decidida. Mas é importante lembrar que a DAVID tem pouco mais de dois anos e conta com cerca de cem pessoas trabalhando e muitos clientes de peso no portfólio.
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O escritório dos EUA já estava previsto, só esperamos para que acontecesse no tempo certo e com o mesmo sucesso que têm São Paulo e Buenos Aires”, diz Anselmo.
Na DAVID São Paulo, Beto Fernandez vai dividir o comando geral com Karina Ribeiro, hoje diretora de operações. “É uma grande oportunidade de ter responsabilidades em áreas em que até então eu não me envolvia tanto”, diz Beto
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A DAVID, que pertence ao Grupo Ogilvy, foi fundada no final de 2011 por Anselmo Ramos, Fernando Musa e pelo argentino Gastón Bigio. A DAVID, portanto, fortalece ainda mais a sua estrutura, com os três pilares de criação: Anselmo (Miami), Gastón (Buenos Aires) e Beto (SP).
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Fonte:  Adnews

24
abr 2014
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Sancionado do Marco Civil da Internet

A presidente Dilma Rousseff sancionou na manhã de quarta-feira, 23, o Marco Civil da Internet durante a abertura do evento NETmundial – Encontro Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, em São Paulo. O Projeto de Lei foi aprovado pelo Senado em votação simbólica na noite de terça-feira, 22, apesar dos embates entre governistas e oposicionistas pela pressa em votar a matéria.

A redação foi aprovada sem alterações e a nova lei será publicada em edição extra do Diário Oficial ainda nesta quarta-feira. O Marco Civil define os direitos e deveres de usuários e provedores de serviços de conexão e aplicativos na internet. “Os direitos que as pessoas têm offline também devem ser protegidos online”, afirmou a presidente em seu discurso.

A pressão para a aprovação do Projeto de Lei se deu, em parte, pelo desejo do governo de apresentar o Marco Civil da Internet no Netmundial, evento organizado em parceria entre o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e a /1Net, fórum que reúne entidades internacionais envolvidas com a governança da internet. O encontro contará com a participação de governos, da sociedade civil, academia, de organismos e entidades internacionais, bem como de comunidades técnicas e empresariais, de mais de 80 países.

A ideia de o Brasil sediar um encontro mundial sobre o futuro da governança da internet surgiu a partir do discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da ONU, no ano passado, quando ela defendeu o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e o uso da internet na proteção de dados.

A organização do evento disponibilizou para consulta pública o documento de referência que será guia para as discussões entre os participantes. As 188 contribuições de conteúdo que serviram de base para a elaboração do documento foram enviadas por representantes da sociedade civil, do setor privado, da academia e da comunidade técnica global, totalizando 46 países.

Com informações da Agência Brasil.

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Para…ele sabe quem ele é.

Foto: Rádio Rua....quebrando padrões!!! www.radiorua.com.br

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Foto: Bom dia leitores!!!  "Não tenha medo de ter ideias ruins. Ruim é não ter ideias." Seth Godin.  DesignFera

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Azul anuncia vôos internacionais.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou nesta quarta-feira 23 que começará a operar voos internacionais a partir do primeiro trimestre de 2015, deixando de ser uma companhia que realiza apenas voos domésticos.

A empresa adquiriu 11 aeronaves de grande porte para realizar voos diretos entre Campinas, no interior de São Paulo, e os Estados Unidos. Seis delas serão entregues ainda no primeiro semestre deste ano. As outras cinco chegam em 2017.

“Esse sempre foi um pedido de nossos clientes. Por isso, queremos proporcionar uma nova experiência nos voos internacionais, com segmentação de tarifas e serviços, seguindo o que estamos fazendo em todo o País”, diz David Neeleman, fundador e CEO da Azul. “Ao somarmos a enorme capacidade e a vasta gama de opções que essas aeronaves oferecem com o jeito Azul de ser e de fazer, estamos confiantes de que mudaremos o conceito de viagem internacional para os brasileiros.”
Fonte: Meio e Mensagem

24
abr 2014
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Netflix aumenta os preços.

Os planejados aumentos de preço da Netflix vão permitir mais gastos para a produção de mais conteúdo original que ajudará a companhia a atrair mais clientes no mundo todo, disseram analistas, enquanto que muitos deles elevaram seus preços-alvo para o papel.

Às 11h25 (horário de Brasília), o papel da companhia subia mais de 6 por cento após a divulgação de planos para aumentar os preços e de um lucro trimestral melhor que o esperado.

Ao menos sete corretoras levantaram seus preços-alvo para o papel. A Raymond James e a Cantor Fitzgerald elevaram a ação para suas classificações equivalentes a “compra”, citando fortes perspectivas de crescimento de mercados internacionais.

Analistas disseram que a Netflix tem espaço suficiente para aumentar as assinaturas mensais de novos assinantes em 1 a 2 dólares em alguns países.

“Isso aumenta de maneira dramática nossas estimativas de receita e lucro de mercados atuais para os próximos três anos”, disse Andy Hargreaves, analista da Pacific Crest Securities, em uma nota.

“Além disso, parece muito provável que a Netflix vai acelerar sua expansão internacional começando na segunda metade de 2014, que deve ampliar o mercado endereçável total (TAM, na sigla em inglês) e permitir que ela gere uma elevação significativa das expectativas de lucro de longo prazo”.

Fonte: Brasil Post

24
abr 2014
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Uma CPI exclusiva para a petrobras.

A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber determinou nesta quarta-feira a instalação pelo Senado de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) exclusiva para investigar a Petrobras.

Com a decisão, a ministra atendeu o pedido dos partidos de oposição e ignorou a tentativa do governo federal de empilhar na CPI outros temas. Além do escândalo da Petrobras, a base governista tentou ampliar a investigação para os contratos de trens do metrô de São Paulo e a construção do Porto de Suape e da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco – uma forma de atingir os adversários políticos e pré-candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

Durante a queda de braço entre integrantes do governo e da oposição, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) fraudou o conteúdo de um acordão para enterrar a CPI exclusiva, como revelou Reinaldo Azevedo em seu blog no site de VEJA.

A decisão de Rosa Weber tem caráter liminar até que o plenário do STF decida sobre o tema. “Defiro em parte a liminar. A definição, no momento oportuno, será do plenário desta Suprema Corte”, escreveu a ministra.

Supremo – O caso foi levado ao Supremo pela oposição, que exige a instalação imediata da investigação exclusiva sobre a Petrobras. O processo chegou ao gabinete da ministra Rosa Weber há duas semanas. Apesar de analisar apenas as duas CPIs propostas no Senado, pela oposição e pela base governista, a decisão de Rosa Weber deve se refletir sobre as duas CPIs mistas criadas no Congresso, mas que ainda não foram votadas.

Fonte: Veja