23
mai 2013
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Santos terá patrocínio da Caixa.

O Santos acaba de reconquistar a Certidão Negativa de Débito, a almejada CND, que permite, por exemplo, fechar um contrato de patrocínio com uma estatal, informa Lauro Jardim, em Veja.

Isso significa que a partir de agora, assim como aconteceu com o Flamengo há um, mês, o clube já pode sonhar em estampar no seu uniforme a logomarca da Caixa Econômica Federal, com quem já negocia.

O Corinthians também terá patrocínio da Caixa. Tem a CND?

O Flamengo não estava devendo mais de 400 milhões? E tem a CND?

Só falta o Botafogo, o Vasco e o Fluminense também terem a tal certidão.

O Coritiba, patrocinado pela Caixa, tem?

JJ

22
mai 2013
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Batavo e Sadia patrocinam Olimpíada no Rio.

As marcas Sadia e Batavo são as novas patrocinadoras oficiais dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016. Ambas juntam-se à Ernst & Young no nível “Apoiador Oficial”, única empresa que havia associado seu nome aos eventos esportivos nessa classe de patrocínio. Até o momento, as marcas são as únicas apoiadoras das Paraolimpíadas.

“É um movimento natural para uma empresa que sempre apostou fortemente em esportes. Sempre associamos nossa marca a energia e vitalidade e a outros atributos relacionados ao esporte, como inclusão social. Desde os jogos Panamericanos namoramos este projeto, que faz parte de uma estratégia de longo prazo”, disse Eduardo Bernstein, diretor de marketing da unidade de carnes da BRF.

O engajamento da Sadia com esportes Olímpicos é antigo. A marca patrocina a “Família Sadia” – 24 atletas de alto rendimento – e as confederações brasileiras de judô, ginástica e desportos aquáticos. José Antonio Fay, presidente da BRF, não revelou o valor do investimento, mas garantiu que as marcas ativarão os apoios de modo intenso.

Luciane Matiello, diretora de marketing da unidade de lácteos da BRF, a Batavo, disse que ao contrário da Sadia, tradicional apoiadora de esportes olímpicos, a Batavo tem uma plataforma a construir. A empresa vem patrocinando o futebol e apoiado ações como corridas de rua e ligadas a academias de ginástica. “Apoiamos o esporte em outras frentes e estamos iniciando um processo. Nos reposicionamos há um ano e acreditamos que os produtos lácteos têm um papel essencial junto aos esportes. Há um grande projeto associado a esse patrocínio, que vai muito além dele”, disse Luciane.

Por enquanto não haverá uma campanha publicitária específica para anunciar o patrocínio, mas ações nas redes sociais. Junto à Batavo, a agência que cuidará da ativação do apoio é a NBS e, no caso da Sadia, há quatro agências que poderão propor ativações: DPZ, DM9DDB, F/Nazca S&S e AgênciaClick Isobar. “A DPZ está mais envolvida nessa área, mas esperamos que todas as nossas agências criem ações”, disse Bernstein.

Até o momento os jogos Olímpicos Rio 2016 têm cinco patrocinadores oficiais: Bradesco, Bradesco Seguros, Claro, Embratel e Nissan. Há um fornecedor fechado, que é a Nike. Os jogos Paraolímpicos contam com Bradesco, Bradesco Seguros, Claro, Embratel e Nissan como patrocinadores oficiais.

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Fonte: propmark

14
mai 2013
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Futebol gera bilhões de reais para a Globo.

Depois de um longo tempo de espera, o mercado publicitário pode conhecer o plano comercial da Copa do Mundo de 2014 da TV Globo. Nesta segunda-feira,13, a emissora distribuiu às agências as informações de seu plano para o Mundial de 2014. Junto a ele, a Globo aproveitou para já oferecer, também, as cotas de patrocínio da temporada do próximo ano de suas transmissões de futebol.

Para a Copa, a emissora preparou um pacote de oito cotas de patrocínio, com valor de tabela de R$ 179.800 milhões cada. Nessa negociação, têm prioridade na aquisição os parceiros oficiais da Fifa (Adidas, Coca-Cola, Hyundai-Kia, Emirates, Sony, Visa, Budweiser, Castrol, Continental, Johnson & Johnson, McDonalds, Oi, Seara e Yingli). Pelas cláusulas da federação de futebol, esses anunciantes terão até o início de agosto para manifestar seu interesse pelo plano da Globo, a emissora oficial da Copa de 2014. Após esse período, a negociação será aberta para outros possíveis cotistas.

Já para a temporada 2014 de futebol, a Globo mantém um pacote de seis cotas de patrocínio. Por conta da Copa, o valor de tabela das transmissões dos campeonatos do País teve uma ligeira queda, passando de R$ 192,5 milhões (cobrado para a temporada 2013) para R$ 185,5 milhões. Nessa negociação, como de costume, terão prioridade os atuais cotistas do futebol na emissora: Ambev, Coca-Cola, Itaú, Johnson & Johnson, Vivo e Volkswagen.

Fonte: Meio e Mensagem

9
mai 2013
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Arsenal fecha contrato milionário com a Puma

A parceria de 20 anos entre Arsenal e Nike pode estar com os dias contados – mais precisamente, até 1º de julho. De acordo com o periódico britânico The Mirror, o clube já teria assinado um contrato milionário de cinco anos com a PUMA, que garantiria £ 30 milhões por temporada, além de outros £ 20 milhões em bônus, premiações e merchandising: £ 170 milhões no total.  Trinta milhões de libras esterlinas correspondem a 93,3 milhões de reais por ano, mais os 20 milhões de libras de bônus são mais  62,2 milhçoes de reais (na cotação de hoje, de 3,11 reais por uma libra esterlina).

Se confirmados, esses valores superariam facilmente aqueles estabelecidos entre Liverpool e Warrior – cerca de £ 25 mihões anuais – e fariam da parceria entre os gunners e a marca alemã a mais valorizada e lucrativa da Barclays Premier League até o momento.

Sempre segundo o Mirror, o negócio só foi possível porque a Nike não mostrou interesse em exercer seu direito de exclusividade na renegociação do atual contrato com o Arsenal (£ 55 mi ao longo de sete anos). A partir daí, a PUMA foi uma escolha estratégica – não apenas pelo dinheiro, mas por sua estreita relação com o mercado africano, onde o clube de Arsene Wenger prentende crescer.

JJ

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Com informações do site futebolmarketing e Edu/RJ.

8
mai 2013
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Naming rights do Brasileirão vale o triplo da Copa do Brasil.

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O Campeonato Brasileiro vale três vezes mais do que a Copa do Brasil. Pelo menos na venda de naming rights, a regra é essa, informa Lauro Jardim, em Veja Online.

Enquanto a Petrobras gastou 21 milhões de reais pelo Brasileirão, a Perdigão pagou sete milhões de reais para nomear a Copa do Brasil. O Brasileirão tem mais jogos. Deve ser o motivo. JJ -

5
mai 2013
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Flamengo & Caixa.

A diretoria do Flamengo adiou para a semana que vem a reunião marcada para hoje com o conselho deliberativo para tentar aprovar o novo contrato de patrocínio do clube.

Motivo: a Caixa Econômica Federal enviou a minuta do contrato com alguns tópicos em desacordo com o que havia sido combinado com a direção do Flamengo.

São detalhes – como, por exemplo, o local exato em que a logomarca da CEF será estampada no uniforme – mas o alto comando do clube preferiu não arriscar.

De qualquer forma, o principal está firmado: o patrocinador (Caixa), o tempo do contrato (um ano) e o valor (25 milhões de reais).

Por Lauro Jardim, em Veja

30
abr 2013
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Nova camisa do São Paulo. Um fiasco.

O São Paulo está de camisa nova, toda vermelha, sem destaque algum

para o seu escudo e para as marcas do patrocinadores. Pode até ser

que a torcidas compre, mas para quem paga a conta do patrocínio

tornou-se um péssimo negócio. E um fiasco de marketing.

JJ

14
abr 2013
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Caixa deve ser a maior patrocinadora do futebol brasileiro.

A Caixa Econômica Federal vai se tornar o investidor mais influente do futebol brasileiro. Há duas semanas, o banco aprovou uma verba de 100 milhões de reais para patrocínio de clubes. Mesmo com a decisão judicial que bloqueia 30 milhões de reais para o Corinthians, vinte clubes já abriram negociação para também colocar a marca nos seus uniformes.

A Caixa, com isso, assume o papel que foi do BMG nas últimas temporadas. O banco mineiro agora prioriza a participação em direitos de jogadores.

Por Lauro Jardim, em

Caixa Econômica Federal vai se tornar o investidor mais influente do futebol brasileiro. Há duas semanas, o banco aprovou uma verba de 100 milhões de reais para patrocínio de clubes. Mesmo com a decisão judicial que bloqueia 30 milhões de reais para o Corinthians, vinte clubes já abriram negociação para também colocar a marca nos seus uniformes.

A Caixa, com isso, assume o papel que foi do BMG nas últimas temporadas. O banco mineiro agora prioriza a participação em direitos de jogadores.

Por Lauro Jardimeja

6
abr 2013
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Patrocinadores como fatores de mudança no futebol

O futebol brasileiro vive um momento paradoxal, já que, ao mesmo tempo em que nunca se gerou tantos recursos, os clubes demonstram não estarem preparados para esse boom de investimentos e novas receitas.

Estamos vivenciando uma série de graves problemas de credibilidade perante o mercado, com abordagens que nada contribuem para o fortalecimento institucional da Indústria.

Isso fica claro em opiniões desastradas de dirigentes, questionamentos de parceiros via mídia, posicionamentos equivocados em momentos de crise, pedidos de ajuda do Governo para poderem continuar gastando, sem limite e controle.

Em minha opinião temos que mudar radicalmente o futebol brasileiro e acredito que os patrocinadores têm papel fundamental nesse processo.

Um bom exemplo recente foi o projeto da Ambev – Movimento por um Futebol Melhor. A empresa escolheu não colocar dinheiro nos clubes, mas contribuir para que haja uma efetiva mudança neste cenário de descontrole, novas receitas e falta de credibilidade. O próprio slogan demonstra que minha preocupação é a mesma que da maior empresa do Brasil.

Espero que outros patrocinadores também se posicionem As empresas precisam cobrar dos clubes uma abordagem mais profissional, já que são companhias bilionárias, e algumas até têm ações negociadas na bolsa.

A minha ideia é que os patrocinadores saiam da zona de conforto e exijam contrapartidas dos clubes patrocinados, muito além da visibilidade nas propriedades esportivas.

A mudança passa pelos donos do dinheiro, que precisam enxergar que um clube patrocinado deve atrair valores positivos para as marcas e não polêmicas e notícias negativas. Além, é claro, de cobrar um projeto de marketing condizente com as necessidades de seu negócio.

Se isso ocorrer, os maiores beneficiados serão os clubes, que verão suas marcas se valorizarem e terão parceiros de peso para construir um negócio muito mais sólido que a realidade atual.

Não é possível que a cada dia que nos aproximamos da Copa do Mundo vejamos tantas notícias negativas associadas aos clubes. Imaginava que seria bem diferente quando projetava esse novo mundo, alguns anos atrás.

Por isso, acredito que os patrocinadores podem ser decisivos nesse processo de mudança que temos de implementar no futebol brasileiro.

As marcas devem cobrar dos clubes patrocinados o mesmo nível de credibilidade, criatividade e rigor estratégico das outras disciplinas de marketing e comunicação.

Com essa abordagem mais crítica e construtiva podemos, de forma concreta, mudar o futebol brasileiro para melhor.

Amir Somoggi

Consultor de marketing e gestão esportiva

Artigo veiculado em Meio e Mensagem

31
mar 2013
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Confederações vale R$ 800 milhões na Band.

Band irá exibir todos os jogos do torneio

A Copa das Confederações já está rendendo bons negócios para a Bandeirantes. Do total de seis cotas de patrocínio colocadas no mercado, quatro já foram comercializadas. Caixa Econômica Federal, Nestlé, Petrobras e Volkswagen já garantiram presença no evento, que acontece entre os dias 15 e 30 de junho, no Brasil.

Cada uma das seis cotas de patrocínio tem valor de tabela de R$ 134 milhões. Ao todo, o plano ultrapassaria a quantia de R$ 800 milhões (considerando, também, os preços de tabela). Além da exposição em todos os jogos do evento, que serão exibidos ao vivo, os anunciantes também serão inseridos nos demais programas da casa que abordarão o evento.

A Copa das Confederações é uma das grandes apostas da Band para o ano de 2013. Em evento realizado para a imprensa e profissionais do mercado publicitário nessa terça-feira, 26, a diretoria da emissora ressaltou que investirá na manutenção dos atuais programas da grade para criar um hábito no público espectador.

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Fonte: Meio e Mensagem

28
mar 2013
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Barrichello é da 9ine.

O piloto Rubens Barrichello é o novo integrante do time de atletas da 9ine. Barrichello passará a ter sua carreira e seus projetos gerenciados pela agênca. Um dos principais nomes do automobilismo mundial, o piloto é atualmente piloto da Stock Car e compete pela equipe Full Time Sports Medley.

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Fonte: propmark

24
mar 2013
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O que queremos do nosso Atlético Paranaense?


O que eu, você, nós, atleticanos, queremos do nosso Atlético Paranaense?
A resposta se resume a uma palavra: ALEGRIA.
Queremos respeito, queremos um time valente, forte e competitivo, queremos jogadores que vistam a nossa camisa com amor, queremos boas contratações, queremos vitórias, queremos ser campeões de tudo que disputarmos.
Queremos ALEGRIA.
Não queremos um clube blindado à Imprensa, como se isso tornasse nossa equipe mais forte.
Não queremos um clube com 101 jogadores e sem um time de 11 craques, com mais 11 ou 15 reservas do mesmo nível.
Não queremos disputar o Paranaense com o terceiro time.
Não queremos ser impedidos de assistir ao nosso Atlético pela TV, muito menos de ir ao estádio, já que no Janquito não cabem todos os nossos alegados 14 mil sócios (me confidenciaram, no Espaço Furacão, que somos cerca de apenas 6 mil, depois de termos 22 mil em 2011).
Não queremos um clube sem informação, sem liberdade de Imprensa, sem transparência, com um site que só mostra – e mal – a voz oficial. Tentem assistir à TV CAP, para ver um show de amadorismo e incompetência.
Não queremos publicidade mentirosa, como a que convida a se tornar sócio e a assistir ao jogos na Arena, que não podemos frequentar desde o ano passado.
Não queremos o risco de ficar sem a Copa do Mundo (que é real), por incompetência a jogo político do atual presidente.
Não queremos mais sofrer, ser mal tratados pela direção do clube, com a conivência do Conselho Deliberativo que não contesta nada, como, por exemplo, as despesas da viagem à Espanha para ganhar 32 mil reais de prêmio num torneio disputado em campos de suburbana, como as despesas dos jogos treinos em Goiãnia e Belo Horizonte (a troco da 3 derrotas e nada de renda), como perdem 1,8 milhão de reais das citas de TV aberta e por assinatura por não permitir a transmissão dos nossos jogos do Paranaense e, ainda, como gastar mais de 180 mil reais com este time C (Sub-23) e arrecadar só 18 mil no certame estadual.
Tem mais, senhores conselheiros, como quem dá aulas de inglês aos funcionários do CAP e a que custo e competência, ou, ainda o custo das cadeiras da nova Arena e quem vai fazer a cobertura no estadio (a um custo não incluso até agora no valor oficial da obra).
No CT do Caju, contam amigos que lá trabalham, o clima é de medo do chefe supremo. De pavor, até, pois quem contestou qualquer determinação foi demitido.
Não é este o Atlético que queremos e que amamos, ao longo destes quase 89 anos (que se comemoram nos próximos dias).
Queremos o nosso Atlético da ALEGRIA,  da democracia, do respeito aos sócios (que nem tem garantidos seus lugares na nova Arena, nem tem assegurado o valor que vêm pagando sem usar a Arena da Baixada), do respeito à torcida (impedida de ver o time em campo e na TV), se não for sócia.
É pedir demais?
O que é preciso para termos ALEGRIA?
Respeito que o sr. Petraglia não nos dedica, nem dedicará. Ele está pouco se lixando para os sócios e torcedores. O negócio dele, com toda as letras destas palavra, é a obra. Só.
O Atlético é nós dependemos de um homem só, para terminar esta obra, que vai devagar e é a mais atrasada entre todas as da Copa (mesmo com a Arena quase pronta que tínhamos)?
Deixo a pergunta no ar: o Atlético depende do sr. Petraglia para trazer alegria a todos nós, torcedores e sócios?
Se dependemos de um só homem, arrogante, prepotente e déspota, não temos nada mais a esperar do que um time de um só dono, no futuro (com a sonhada por ele criação da Fundação CAP, que seria a dona do Atlético, do patrimônio, do dinheiro e com o poder de destituir até o presidente).
Vamos deixar chegar a esse ponto?
O que queremos do nosso Atlético?
ALEGRIA, com conquistas e respeito ao nosso direito de sermos felizes com o time do nosso coração…no rádio, na TV, nos jornais e no campo.
Hoje, somos infelizes – por culpa de um só homem: Mário Celso Petraglia.
Não me venham dizer que o sacrifício é necessário, por causa da obra, pois esta obra tem recursos financeiros claramente obtidos e destinados. E o sr, Petraglia herdou o clube com 30 milhões de reais no caixa.
Com divulgação e um time competitivo teria mais renda, com patrocinadores, venda de produtos licenciados(hoje limitados a pequenas lojas) e cotas de TV e outras fontes (inclusive a negociação de jogadores).
Hoje, com 101 jogadores profissionais recebendo salários que despesa fixa temos? Com 25 jogadores de primeira linha não gastaríamos tanto, com certeza.
E teríamos pelo menos um time muito bom.
O caminho da nossa ALEGRIA é fácil de perceber e de realizar.
Só tem uma pedra no caminho.

JJ

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OS 101 JOGADORES DO ATLÉTICO PARANAENSE

O Atlético tem 101 jogadores com contratos profissionais ativos, segundo o Boletim Informativo Diário (BID), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Desse total, 13 foram emprestados para outros clubes, como o atacante Bruno Mineiro, cedido ao Al-Khor, do Catar. Outros 16 fazem parte do time sub-18.

O clube não divulga em qual grupo está cada atleta. Com base em informações recentes, acredita-se que o grupo principal, comandado pelo técnico Ricardo Drubscky, tem 28 jogadores. Entre eles, está o zagueiro Léo Pereira, 17 anos, que poderia fazer parte do sub-18.

Entre os 101 do BID, 44 deles tiveram alguma passagem pelo time sub-23 – em jogo-treino ou partida oficial – nos últimos meses. Todos podem ser chamados a qualquer momento por Drubscky para a equipe principal. Aqueles com menos de 18 anos podem retornar ao sub-18. Quem estiver nos planos, segue disputando o Campeonato Paranaense com o técnico Arthur Bernardes.

A legislação permite que seja assinado um contrato profissional quando o jogador completa 16 anos. Para ter um vínculo e não perder o atleta para outras equipes, é comum o clube fazer o contrato com o novato já aos 16 anos, mesmo que não tenha previsão para utilizá-lo em competições profissionais.

Entre os 101 jogadores, 63 foram revelados nas categorias de base do Atlético. São dez no grupo principal, 30 no sub-23, sete emprestados e todos os 16 do sub-18.

É provável que após o Campeonato Paranaense o sub-23 sofra uma redução no grupo, com jogadores devolvidos ao sub-18 ou negociados para outros clubes. A tendência é que a equipe de Bernardes participe apenas de amistosos e torneios não-oficiais no segundo semestre.

Ontem, o site oficial do clube anunciou que o sub-23 disputará dois torneios na Europa. De 18 a 20 de maio, jogará a Yokohama Cup, na Alemanha, com a participação de Feyenoord (Holanda), Ryutsu Keizai (Japão), Viktoria Pilsen (República Tcheca), Bochum, Stuttgarter Kickers, Hannover 96 e Hertha Berlin (da Alemanha). Em 25 e 26 de maio, jogará a Esad Osmanovski Cup, na Holanda, que terá ainda Queens Park Rangers (Inglaterra), AZ, Feyenoord, NAC Breda, RKC, VV Breskens (todos da Holanda), Gyori FC e Haladas Academy (ambos da Hungria) e Brugge, Genk e Beerschot (da Bélgica).

Fonte: Jornal do Estado/Bem Paraná – 26 de fevereiro de 2013

Em tempo: Depois desta reportagem, o ótimo e promissor atacante Tyberson

foi emprestado ao América de  Natal, sem maiores explicações.

Vai aprender muito lá…

JJ

15
mar 2013
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Publicitar, em breve, nas livrarias brasileiras.

Recebi agorinha, do meu editor, os primeiros exemplares

do meu livro “PUBLICITAR – uma nova visão da Publicidade -

Muito, muito mais do que criar e veicular anúncios”.

A emoção foi enorme, é quase como o nascimento de mais

um filho e uma realização profissional e pessoal, pela qual

trabalhei por 11 anos, escrevendo, lendo, reescrevendo,

pesquisando, atualizando e refazendo até chegar à edição

de 293 páginas, esplendidamente editadas pela respeitada

Qualitymark, – que logo colocará à venda minha obra

em livrarias de todo o Brasil. Em breve deverei realizar

eventos de lançamento, em algumas cidades, o que será

amplamente divulgado neste blog e pela nossa assessoria

de imprensa. Afinal, tomo o remédio que receito. Estou

empolgado, relendo e me emocionando. Espero que os

meus leitores e leitoras deste blog, meus alunos e alunas e

publicitários de todas as idades, profissionais e professores

de marketing e de comunicação leiam, apreciem e

recomendem aos seus amigos, colegas e alunos,

como recomendo as meus.

.

Estou feliz da vida.

.

Obrigado Saidul Rahman Mahomed, meu editor,

por acreditar no meu livro e em mim.

JJ

9
mar 2013
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51 queria patrocinar jogador do Santos.

Aproveitando o apelido do jogador, a cachaça Pirassununga 51 procurou o meia Pinga, do Santos, para patrociná-lo. A intenção era que o atleta usasse a camisa de número 51 em campo. O Santos, porém, não permitiu a ação de marketing, já que a imagem do clube poderia ser prejudicada com a associação com uma bebida alcoólica.

Na sua apresentação na Vila Belmiro, Pinga explicou o apelido e negou qualquer relação com o destilado. Quando criança, o jogador era chamado de Pingo, por causa de seu tamanho, de ser um “pingo de gente”. Depois, um empresário confundiu seu nome, passou a chamá-lo de Pinga e pegou.

No jogo do último domingo, entre Santos x Corinthians, Edu Dracena jogou com a 21, por causa dos 21 anos de existência da Corr Plastik, presente no mercado de tubos e conexões. Já Neymar e Paulinho usaram a 360, em uma ação para divulgar a nova plataforma da CSU, empresa de máquinas de cartão de crédito.

Não é recente o uso do número do jogador em iniciativas de marketing. Em 1997, no Corinthians, Túlio Maravilha não podia usar a camisa 7 (a sua preferida), porque ela já tinha Marcelinho Carioca como dono. O Excel, patrocinador do clube na época, aproveitou-se do momento para propor uma ação. Túlio usou a camisa 12, normalmente utilizada pelo goleiro reserva, para divulgar os 12 dias que o banco dava de cheque especial sem juros.

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COMENTÁRIO

A Lei Brasileira não permite que os clubes façam publicidade de destilados em uniformes e estádios. Na verdade, deveria proibir a publicidade, a promoção e o patrocínio em todos os eventos do esporte para todas as bebidas alcoólicas. Não sou a favor da proibição da publicidade de produtos legalmente produzidos e comercializados, mas penso que nos eventos esportivos a associação de álcool e de cigarros com o esporte não é adequada.

Inclusive na Copa, mas aí…

JJ

Fonte: De Prima – Lance!

2
mar 2013
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Os patrocinadores da Copa do Brasil.

A Copa do Brasil de 2013 já tem todos os seus patrocinadores definidos. Com um mês de antecedência para o início do torneio, a Traffic e a Kefler, empresas responsáveis pelo marketing da competição, comercializaram todas as suas cotas de apoio.

Serão 11 empresas que patrocinarão a competição em seis categorias. O naming right fica com a Perdigão, enquanto Petrobras, Visa e Embratel serão patrocinadores master. Completam a lista Itaipava (platinum), Nikon e Unilever (gold), Centauro e Ypióca (silver) e Ford Caminhões e Vedacit (bronze).

Uma das atrações da edição deste ano, que terá início em 3 de abril, é a participação das equipes brasileiras que também estão na disputa da Copa Libertadores, já a partir das oitavas de final. Com 86 equipes e sete fases, a competição tem sua final programada para 27 de novembro.

Fonte: propmark

1
mar 2013
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Ação popular suspende patronínio da Caixa do Corinthians.

Baseado numa ação popular, o Juiz Altair Antonio Gregório, da 6ª Vara do Tribunal Regional Federal do Rio Grande do Sul, determinou, por meio de uma liminar, a suspensão do pagamento do patrocínio da Caixa Econômica Federal ao Corinthians.

A ação popular foi ajuizada pelo advogado gaúcho Antônio Beiriz, com a alegação de que o pagamento seria lesivo ao patrimônio público da União. Segundo Beiriz, a Caixa, como empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, estaria gastando com publicidade inócua e destituída de caráter informativo, em desacordo com o art. 37 da Constituição Federal.

Caixa e Corinthians dizem que ainda não foram notificados. Segundo Beiriz, eles podem recorrer ao TRF. Coincidentemente, representantes do banco e do clube fizeram uma reunião nesta quinta-feira, em São Paulo, mas, segundo dirigentes do Timão, a liminar não foi discutida.

- Estampar o nome da Caixa na camisa de um time não representa nada para o banco. A Caixa não passa a ser conhecida por isso. Ela já é conhecida. Nesse caso do patrocínio, quem ganha é só a instituição privada que visa ao lucro, no caso o Corinthians – disse Beiriz, em entrevista à Rádio Globo. – É um caso para que órgãos públicos, como Caixa e Petrobras, revejam sua estratégia de patrocinar uma instituição privada. A pulicidade feita na mídia é legítima, a Caixa precisa fazer com que as pessoas conheçam seus produtos, mas patrocinar um clube de futebol não dá retorno nenhum. É apenas um ônus ao Tesouro.

Beiriz disse que o patrocínio da Caixa ao Corinthians não atende aos preceitos constitucionais que orientam a publicidade de programas e serviços dos órgãos públicos, com caráter educativo, informativo ou de orientação social. O advogado afirmou também que o patrocínio lesa o interesse coletivo do torcedor brasileiro, por, no entender dele, “promover o sensível desequilíbrio econômico entre as agremiações nacionais do futebol profissional” – o valor pago pela Caixa ao Corinthians estaria na casa dos R$ 30 milhões anuais, entre os maiores do Brasil.

Beiriz contou que não sabia que a Caixa patrocinava outros clubes, como Atlético-PR, Figueirense e Avaí, mas disse que pretende cobrar explicações desses times também. Ainda segundo o advogado, foi estipulado uma multa de R$ 150 mil por dia à Caixa, caso o banco não cumpra essa liminar e continue fazendo pagamentos ao Timão.

- O Corinthians pode usar a marca da Caixa no domingo (em jogo contra o Santos, válido pelo Campeonato Paulista). O uso do logotipo não é contestado. O contestado é o pagamento de um banco estatal a um clube de futebol – explicou Beiriz.

O advogado, que é gremista, afirmou que tomaria o mesmo tipo de atitude caso a Caixa resolvesse patrocinar seu time do coração. Lembrado pelo repórter da Rádio Globo de que o Grêmio ostenta a marca do Banrisul, Beiriz contestou.

- Mas o Banrisul é uma sociedade anônima, apesar de ter uma parte do Estado do Rio Grande do Sul, sim.

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Fonte: G1.

COMENTÁRIO

o nobre advogado não entende nada de marketing e de publicidade e ao afirmar que é inócuo colocar a marca da Caixa na camisa do Cortinhians (maior exposição de mídia do Brasil) demonstra sua ignorância no assunto. O que mais me espanta é o Juiz ter dado a liminar, validando a idiotice do pedido.

É óbvio que a Caixa e Corinthians terão advogados mais competentes, do que o causídico gaúcho, para cassar esta liminar absurda.

JJ

26
fev 2013
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Coca-Cola e a Copa de todo mundo.

Entrou no ar neste sábado (23) o comercial que lança a maior campanha publicitária já divulgada pela Coca-Cola em seus 70 anos de Brasil, com o tema Copa do Mundo. Para Michel Davidovich, vice-presidente e gerente-geral da Coca-Cola Brasil para a Copa do Mundo da Fifa 2014, esse será o maior evento global de todos os tempos. O primeiro filme da estratégia, “Manifesto”, é o pontapé inicial da grande campanha que tem como tema central a inclusão, com o conceito “A Copa de todo mundo”.

A criação é da Wieden + Kennedy São Paulo, que vem trabalhando no projeto há um ano e teve forte participação do time de marketing global da Coca-Cola. “Esta será a Copa da inclusão. O Brasil e um país inclusivo, o brasileiro também tem esse espírito, o futebol é um esporte inclusivo e o produto Coca-Cola talvez seja um dos mais democráticos do mundo”, disse o mexicano Javier Meza, vice-presidente de marketing da Coca-Cola Brasil.

O filme – de um minuto – entrou no ar no intervalo do “Jornal Nacional”, na TV Globo, e sua versão de 30 segundos vai para outros canais em TV aberta, durante o horário nobre. A campanha se mantém no Brasil até janeiro de 2014, quando começará a se expandir internacionalmente e deve chegar a 150 países. O foco inicial é a Copa das Confederações, em especial a partir de maio deste ano.

Todo o visual da campanha foi idealizado pelo grafiteiro Speto. Seus desenhos estarão em todas as peças, nas embalagens e ganhará o mundo. Ele também apareceu no filme, narrado pelo compositor e cantor Tom Zé.  A produção do filme é da ParanoidBR, com direção de Martin Romanella. “Queríamos valorizar a arte de rua, que também é inclusiva”, explicou Davidovich.

No comercial, um jogo de imagens brinca com os ícones de edições passadas da Copa como a vuvuzela, o polvo vidente, as mulheres bonitas, as celebridades e os cortes de cabelo dos jogadores. A intenção é mandar o recado: esta é a Copa da inclusão. O filme é finalizado com a imagem da “garrafa de todo mundo”, que será o principal elemento do sistema de identidade visual da Coca-Cola para a Copa do Mundo — e aparecerá em toda a comunicação da marca.

Davidovich destaca que a campanha será multiplataforma e incluirá todas as mídias disponíveis. No caso das redes sociais, as ações principais serão desenvolvidas pela JWT. A próxima ação é uma iniciativa nas redes para escolher carregadores de bandeira na Copa das Confederações. Novas peças e filmes entrarão no ar ao longo do ano, numa renovação constante. Após a Copa das Confederações, a Coca-Cola lançará seu esperado tema musical para a Copa do Mundo, que sempre se destaca fortemente.

Legado

Davidovich destaca que a Coca-Cola é a mais antiga parceira da Fifa — desde 1974. O anunciante pretende investir um total de R$ 14 bilhões até 2016, o que inclui expansão e todas as ações relativas aos grandes eventos esportivos realizados no Brasil. Não foi divulgado o investimento de marketing.

Todas as ações estão baseadas em três legados que a empresa pretende deixar para o Brasil a partir do evento: comunidades, reciclagem e vida ativa. No plano social (comunidades), o projeto Coletivo é a grande estrela, já presente em 140 comunidades brasileiras e que deve capacitar cerca de 200 mil jovens até o fim de 2014, inclusive na área de eventos, para que possam trabalhar na Copa. Na área de Reciclagem, a marca pretende ampliar seu projeto junto a 250 cooperativas e gerir os resíduos sólidos durante a Copa do Mundo de 2014. O legado de Vida Ativa tem a ver com o estímulo à vida saudável.

Hoje, a Coca-Cola lidera o maior torneio de futebol jovem do país, que reúne mais de 10 mil jovens em mais de 500 equipes. Por sinal, os campeões de 2012 serão os primeiros gandulas da Copa das Confederações Brasil 2013. Os 224 gandulas receberão treinamento pela Coca-Cola.

“A Copa é uma oportunidade única de transformação da sociedade. Em 2010, a África quis demonstrar seu lado positivo, mudar sua imagem. Lá, fizemos um projeto para levar água potável a escolas públicas que permanece vivo até hoje. Acredito que esta será, por sua vez, a Copa mais inclusiva de todas. Nosso desejo é que ela envolva 200 milhões de brasileiros e não apenas os cerca de três milhões que terão a oportunidade de assistir aos jogos nos estádios. Esse será o nosso legado”, concluiu Davidovich.

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Fonte: propmark

26
fev 2013
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Perdigão patrocinará Copa do Brasil.

A Copa do Brasil, segundo principal torneio de futebol do País, terá um novo nome a partir da temporada 2013. A Traffic Sports, responsável pela comercialização da competição, assinou um contrato de três anos com a Perdigão, marca da BRF, para nomear a competição. Nos últimos anos a Kia ocupou esta cota, mas a montadora não renovou o vínculo por conta de cortes no orçamento de marketing.

Com o patrocínio a Perdigão começa a marcar terreno no futebol, campo onde a concorrente Seara já está com os contratos com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Fifa. “Traffic e Perdigão compartilham a ideia de transformar a Copa do Brasil no maior torneio do País. Para um contrato como esse ter sucesso a marca precisa estar disposta a abraçar a competição e apetite para fazer a ativação”, aponta Ivan Martinho, diretor comercial da Traffic Sports.

Além da Perdigão, o time de patrocinadores do torneio inclui Embratel, Petrobras e Visa (cota máster), Itaipava (platinum), Unilever (com as marcas Rexona Men e Dove Men) e Nikon (gold), Centauro e Ypióca (silver) e Ford Caminhões e Vedacit (bronze). A agência de marketing esportivo não divulga os valores das cotas e nem o montante arrecadado com os patrocínios.

Em 2013, a Copa do Brasil terá novo formato. O número de participantes passou de 64 para 86, incluindo os times que disputam a Copa Bridgestone Libertadores (exceção feita ao São Paulo que defenderá o título da Copa Sul-americana). A disputa começa dia 3 de abril e irá até 27 de novembro. Os jogos serão transmitidos por Band e Globo, na TV aberta. Na TV fechada, SporTV, ESPN e Fox Sports (por meio de umacordo com a Globosat) exibirão as partidas.

A Traffic também comercializou os direitos de transmissão do torneio para 81 países, dentre eles Argentina, Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França, Inglaterra e Portugal.

Fonte: Meio e Mensagem

22
fev 2013
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Michael Jordan e os seus 80 milhões de dólares anuais.

No último 17 de fevereiro, Michael Jordan, maior astro do basquete mundial, completou 50 anos. O fato me motivou a escrever sobre o maior atleta de todos os tempos junto com o Pelé, em minha opinião. Jordan consegue hoje receber cerca de US$ 80 milhões anuais, segundo cálculo da Forbes.

Sim, parece absurdo para quem lê imaginar um atleta aposentado com 50 anos e com ganhos anuais deste montante! Não para a marca Jordan.

Ainda segundo a Forbes, do valor total, cerca de US$ 60 milhões vem da relação com a Nike, uma parceria iniciada em 1984, quando Jordan assinou com os Bulls e rendia US$ 500 mil anuais.

Este vídeo com os melhores momentos da carreira de Air Jordan apresentado no site da NBA mostra claramente porque coloco Jordan e Pelé no mesmo patamar.

A Nike, líder global de material esportivo, faturou US$ 24 bilhões em 2012. A marca Jordan, criada pela empresa, fatura atualmente US$ 1,75 bilhão, mais de 7% da receita total da companhia!

Esse resultado extraordinário somente foi possível graças à decisão estratégica da marca em criar uma linha exclusiva e de alta qualidade para um atleta patrocinado. Neste caso, o atleta.

Segundo a Forbes, a Nike detém 58% do mercado de basquete dos EUA e a marca Jordan outros 34%, fazendo com que seja praticamente dona das vendas de produtos de basquete. Apenas como comparação, os produtos com a marca Lebron James, o maior vendedor de basquete da Nike, fatura para a empresa pouco mais de US$ 300 milhões anuais. Esta é a área do site da Nike destinada à venda da sua linha Jordan.

O restante dos valores recebidos por Michael Jordan vem de diferentes acordos de patrocínio e publicidade com empresas como Gatorade, Hanes, Upper Deck, 2KSports, Presbyterian Healthcare e Five Star Fragrances.

O patrimônio total estimado de Jordan é de US$ 650 milhões. O ‘atleta aposentado’ ainda é dono de 80% do Charlotte Bobcats, time da NBA que vale US$ 315 milhões, tem dívidas de US$ 150 milhões e apresentou prejuízos anuais de US$ 20 milhões nos últimos anos.

Esse é o Michael Air Jordan, o atleta genial, que soube construir e consolidar sua marca, junto com um parceiro de peso e que figura ainda hoje entre os atletas mais bem pagos do mundo.

Jordan é o atleta que melhor agregou à sua marca singular, sucesso esportivo, mercadológico e financeiro, se transformando em um case do marketing esportivo mundial.

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AMIR SOMOGGI

Em Meio e Mensagem

13
fev 2013
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Coca-Cola pode romper parceria com o Atlético Paranaense.

Sem exposição na mídia,

a Coca-Cola está prestes a

romper seu contrato de

parceria com o Clube

Atlético Paranaense, me

asseguram fontes dignas

do maior crédito.

Petraglia começa a colher os

primeiros frutos do que

semeia: desencanto e

ditadura absolutista.

Os sócios, desencatados, que

desistirem de pagar as suas

mensalidades vão amargar

contratos novos, acima de

200 reais mensais a cadeira,

dependendo do setor da

nova Arena da Baixada.

Isso vai render muitos

processos, contra o clube.

Mas, cá entre nós, o sr.

Petraglia não está nada

incomodado com o futuro

do Atlético. Sua preocupação

é só uma: construir a Arena,

nem que tenha que conseguir

mais dinheiro para isso.

JJ

Em tempo:

A Coca-Cola tinha exclusividade

nos bares da Arena da Baixada.

Acho que vai dar Ambev na parada…