21
abr 2014
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Gugu não deve voltar ao SBT.

Parece que Gugu Liberato não vais mais voltar ao SBT, pois não conseguiu patrocinador para seu programa. Tentou o Banco do Brasil, que mesmo tendo Gugu como garoto-propaganda, sem sucesso. E sem patrocinador, Sílvio Santos não pretende bancar Gugu.

JJ

18
abr 2014
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Duracell patrocina remadores em travessia do Atlântico.

Contar boas histórias é um dos recursos mais eficazes para criar conexões produtivas com o público. Para as marcas, entretanto, esse jogo só fica interessante se essa jornada guardar sinergia com os seus valores, conceitos e posicionamento. O que é preciso, por exemplo, para enfrentar o Talisker Whisky Atlantic Challenge, a corrida de remo mais difícil do mundo, onde os competidores precisamos percorrer 3 mil milhas, praticamente atravessando o Oceano Atlântico? Resistência foi a palavra que veio a sua cabeça? A ideia remete a uma bateria de longa duração.

A Duracell estava por lá e patrocinou a jornada de Jamie Sparks e Lucas Birch, dois jovens de 21 anos que ficaram em quinto lugar na competição, mas entraram para a história como os mais novos atletas da modalidade a conseguir tal façanha. Eles saíram das Ilhas Canárias em 03 de dezembro de 2013 e chegaram à ilha Antígua 54 dias mais tarde, em 27 de janeiro.

O vídeo abaixo mostra a incrível saga da dupla, que além da resistência física e mental necessária para uma viagem dessas, precisou de muita habilidade para lidar com tubarões famintos, alimentação racionada e o mar agitado, com ondas gigantescas.

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Fonte: Adnews

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COMENTÁRIO

Nos anos 80, o brasileiro Amyr Klink atravessou sózinho o Atlântico, em 100 dias, remando. Na época, creio que foi 86 ou 87, a Nutrimental (que era minha cliente) patrocinou e bancou a alimentação de Amyr, com alimentos desidratados e liofilizados.

Depois da volta do remador solitário, fizemos uma campanha publicitária com ele, apresentando ao mercado a linha de varejo da Nutrimental (que era especializada, até então, em fornecer a indústrias alimentícias e aos programas da merenda escolar no Brasil.

Amyr, na época, escreveu o livro “100 dias entre o céu e o mar”, que tem uma narrativa deliciosa da grande aventura dele.

JJ

13
abr 2014
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ESPN está otimista com a Copa.

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A Copa do Mundo do Brasil já vem rendendo bons resultados à ESPN Internacional. O presidente global de marketing, clientes e vendas, Ed Erhardt, disse que as vendas publicitárias para a cobertura do Mundial estão bem mais altas do que as registradas na Copa do Mundo de 2013. Segundo ele, somente no período entre junho de 2012 e julho de 2013, as negociações publicitárias foram maiores do que as registradas durante toda a Copa da África do Sul.

Apesar dos protestos e das manifestações que tomaram conta do Brasil no ano passado – e que chegaram a assustar os patrocinadores e anunciantes em relação ao sucesso da Copa do Mundo e também da Olimpíada de 2016, que acontece no Rio de Janeiro – a ESPN continua fechando bons negócios. “A demanda é forte”, disse Erhardt, que preferiu não revelar os valores de faturamento do canal.

O executivo disse que o próprio fuso horário brasileiro – apenas uma hora à frente de Nova York e da capital do País, Washington – também colaborou para atrair os anunciantes. Na Copa de 2010, a diferença de seis horas em relação a Johannesburgo pode ter contribuído para diminuir o interesse dos anunciantes na Copa.

Outro fator que o executivo usa como argumento para a maior atenção dos anunciantes à Copa seria a visibilidade que as redes de TV norte-americanas vêm dando ao futebol. A Major League Soccer e a própria Liga dos Campeões da Europa vem sendo mais destacadas pelas emissoras, o que contribui para o aumento do interesse dos norte-americanos pelo futebol. Com isso, o porta-voz espera que os espectadores se interessem pelo Mundial para acompanhar o desempenho dos astros dos grandes clubes europeus.

“O futebol está se tornando um esporte dominante nos Estados Unidos”, aposta o presidente de marketing, clientes e vendas da ESPN. Segundo ele, a audiência que acompanhava futebol na TV era essencialmente composta por hispânicos, mas agora, a parcela de norte-americanos que se interessa pelo esporte é muito significativa.
E quais são as marcas que estão apostando na força da Copa do Mundo do Brasil? Segundo o executivo, a Adidas, patrocinadora global da Fifa, está investindo fortemente na cobertura. A marca esportiva, que é responsável pela bola da Copa desde 1970, ainda não revelou qual a estratégia para a cobertura do canal, mas um porta-voz garantiu que será realizado um grandioso esforço de marketing, aproveitando a cobertura multiplataforma do canal.

Outros parceiros globais da Fifa, como Coca-Cola, Visa, Budweiser, McDonald’s e Hyundai também devem fazer parte da cobertura do canal. A ESPN preparou um vídeo para instigar a audiência a se preparar para o Mundial do Brasil.

Fonte: Meio e Mensagem

11
abr 2014
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As conquistas de Copa do Nordeste.

A partida que encerrou a Copa do Nordeste de 2014 entre Ceará e Sport, na Arena Castelão, em Fortaleza, nessa quarta-feira 9, registrou recorde de público no estádio. Com 60 mil torcedores a favor do time da casa, o Sport Recife sagrou-se tricampeão da competição que ganhou, nesta edição, álbum oficial de figurinhas, criado pela Panini, e uma bola oficial, confeccionada pela Penalty.

Segundo o Esporte Interativo, a expectativa de público para essa partida já era grande pelo que o campeonato se mostrou durante o ano. Com crescimento de 20% na audiência individual de 2013 para 2014, a Copa do Nordeste computa média de público de 7 mil pagantes, frente a 5 mil no Campeonato Paulista, estadual que reúne mais torcedores. Já nas fases finais, a média de público saltou para 14mil.

Neste ano, os telespectadores puderam acompanhar a todos os jogos nos canais Esporte Interativo e no Esporte Interativo Nordeste, lançado no fim do ano passado. Segundo o canal, a audiência dos jogos foi 20% maior do que a edição de 2013, com uma média 1,5 milhão de pessoas assistindo a cada partida. A exemplo do ano passado, a TV Globo transmitiu um jogo por rodada.

Nas redes sociais, os torcedores tiveram forte participação, com mais de 400 mil interações de 70 mil pessoas únicas nos mais de 2.200 posts criados sobre a Copa do Nordeste. Outro fator que movimentou a página do canal foi a intervenção dos internautas com pedidos frequentes da inclusão do Esporte Interativo Nordeste na grade de todas as operadoras de TV paga do País. Atualmente o canal está disponível na Claro TV, Oi TV, Multiplay, CaboTelecom e TCM.

Mas não só de casa cheia viveu a também chamada Lampions League. A receita total dos clubes (premiação e bilheteria) subiu de R$ 15 milhões, em 2013, para R$ 20 milhões, em 2014, um aumento de 32% em relação ao ano anterior. De acordo com Alexi Portela, presidente da Liga do Nordeste, foi possível aumentar o valor da premiação e dos benefícios graças aos parceiros que se associaram ao campeonato. “A Liga do Nordeste vai continuar buscando parceiros que queiram associar sua marca a uma competição bem sucedida e que, em contrapartida, proporcione benefícios para os clubes”, disse.

Comercializadas pelo consórcio formado entre Esporte Interativo, Klefer, Sportplus e De Ponta, as cotas de patrocínio do Nordestão foram preenchidas por Brahma, Caixa, Hiper, Gillette, Pitu, Germed, Subway e Sportingbet.
Fonte: Meio e Mensagem

5
mar 2014
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“Patrocínio será a principal fonte de renda no esporte até 2016″

É evidente que o marketing esportivo ainda precisa evoluir muito no Brasil. Para isso, entretanto, o mercado precisa de informação, capacitação e profissionalismo. No último final de semana, a Escola de Negócios Trevisan finalizou mais um curso intensivo de Patrocínio Esportivo, com a assinatura do professor Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports, a agência de marketing esportivo que mais fecha patrocínios no Brasil na atualidade.

Muito mais na linha de quem vivencia diariamente o universo dinâmico e predatório do mercado, do que um virtuoso acadêmico que respira teoria, Wolff usa exemplos de seu atribulado dia a dia profissional, conta informações de bastidores sobre as atividades de uma agência especializada em marketing esportivo e utiliza cases nacionais e internacionais para falar dos mais variados assuntos dentro do universo de patrocínio esportivo em suas aulas. “O mercado precisa ter uma percepção clara de todas as ferramentas e plataformas de ativação disponíveis. Durante muito tempo no Brasil, o patrocínio se restringiu apenas à exposição de marca, o que chamo apenas de mídia esportiva e não de marketing esportivo”, afirma Wolff, que também é professor no curso MBA de Marketing da Trevisan.

Para quem acha que o mercado não tem demanda suficiente para o surgimento de agências especializadas, ainda não entendeu o real movimento de crescimento do investimento das empresas no esporte. Tente pensar em alguma grande marca que não tenha qualquer relação com eventos ou atividades esportivas. Difícil, não? Uma agência de marketing esportivo pode auxiliar as marcas, clubes e atletas não apenas no fechamento dos contratos como em todo o processo de parceria, desde as questões burocráticas até a ativação estratégica.

Apesar de uma melhora lentamente gradual, nos últimos anos, o amadorismo ou a falta de conhecimento sobre o patrocínio esportivo, acaba prejudicando parcerias mais sólidas, entregas eficientes e trabalhos mais qualificados. “Aqui no Brasil, em alguns casos, ainda se paga por uma Ferrari, mas a entrega não é a de uma Ferrari. E em alguns casos a culpa não é somente dos clubes, que enxergam o patrocinador apenas como um financiador, mas também das marcas, que às vezes não tem um departamento de marketing estruturado, ou mesmo uma agência de marketing esportivo, para conseguir ativar a marca e explorar todas as propriedades que foram fechadas no contrato”, analisa o professor da Trevisan.

A agência de Wolff ficou reconhecida pela expertise e habilidade em fechar patrocínios pontuais, mas também tem na bagagem alguns cases de casamentos mais duradouros. “O ideal é um patrocínio mais longo, que permita que você crie a associação do atleta ou do clube com a marca e consiga utilizar todas as plataformas de ativação. Já o patrocínio pontual é mais trabalhoso, não permite muitas ativações, o investimento é menor, e não se cria uma associação consistente para as marcas. O que pode definir muitas vezes essa questão é a estratégia do patrocinador e o budget que ele tem em mãos para investir”.

O que se sabe ao certo é que o mercado precisa se preparar, já que uma das principais tendências é que o patrocínio se torne a principal fonte de receita da indústria do esporte até 2016 no Brasil. “O difícil não é fechar patrocínio, mas sim renová-lo e caminhar com esse patrocinador como parceiro. A entrega não pode ser mecânica. Por outro lado, se a marca fizer apenas o convencional, vai correr o sério risco de ser apenas mais uma no mercado”, finaliza Fábio Wolff.

Fonte: Adnews

11
fev 2014
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O PT vai pagar…

Andrea Haas, a mulher de Henrique Pizzolato, está compreensivelmente nervosa. O marido mensaleiro está preso na Itália. Talvez por isso, no fim de semana soltou os cachorros para cima da imprensa, atacando a tudo e a todos.  Já em 2005, depois do depoimento do marido na CPI dos Correios, Andrea cuspira fogo

Ao fim de seu depoimento à CPI, sua mulher, Andréa Haas, irritada, ameaçou:

— O PT vai pagar o que fez com ele.

Beleza. Mas Andrea também deve explicações. Quais? Não custa reproduzir uma informação publicada pelo Radar em 2005. Ei-la:

“A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), presidida por Ary Graça, depositou em fevereiro 6 000 reais na conta da arquiteta Andréa. E daí? Bem, Andréa é mulher de Henrique Pizzolato, diretor de marketing do Banco do Brasil, que, veja só que coincidência, é patrocinador da CBV – o BB dá 30 milhões de reais por ano ao vôlei.

Pizzolato diz que não entendeu o depósito. E garante ter provas da devolução do dinheiro. Graça, por sua vez, nega qualquer depósito. Segundo ele, Andréa deu-lhe apenas alguns conselhos técnicos quando o centro de treinamento da CBV foi construído: “Mas nunca remunerei Andréa, uma mulher muito distinta”. As versões são conflitantes.

E as perguntas ficam no ar. Por que Pizzolato, no cargo graças ao ministro Luiz Gushiken, se calou por tanto tempo diante do depósito? E por que Graça não reconhece o depósito que Pizzolato confirma?”, informa, em sua coluna em Veja, o jornalista Lauro Jardim.

25
jan 2014
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Valores das cotas de TV do Campeonato Carioca.

Valores da transmissão pela TV do Campeonato Carioca 2014:

TV paga, por partida:

R$ 700 mil para o Flamengo

R$ 650 mil para o Vasco

R$ 500 mil para o Fluminense

R$500 mil para o Botafogo

Com isso , a cota mínima ( x 15 jogos da fase inicial ) do Flamengo – será  de R$ 10.5 milhões, do Vasco  de  R$ 9.750 milhões e de Fluminense e Botafogo de  R$ 7.5 milhões cada.

A cota máxima de cada um ( x 19 ) será a seguinte: Flamengo – R$ 13.3 milhões, Vasco – R$ 12.3 milhões, Flu e Bota – R$ 9.5 milhões cada.

Neste ano o campeão pode ganhar um máximo de R$ 4.7 milhões (título mais Taça Guanabara) e um mínimo de R$ 3.7 milhões em prêmios

Quais são os valores das cotas de TV do Campeonato Paranaense?

JJ

Fonte: Wellington  Campos

23
jan 2014
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CNA patrocina o Santos.

O Santos terá o CNA como um de seus patrocinadores neste ano. Com o contrato fechado com o clube nesta terça-feira (21), a rede de escolas de idioma poderá estampar sua marca nas camisas de jogo e treino dos atletas e da comissão técnica, além de placas no Centro de Treinamento Rei Pelé e em backdrops das coletivas de imprensa e entrevistas.

Também está previsto no contrato que o CNA conduzirá uma série de ações de cunho educacional, oferecendo aulas de inglês aos jogadores e demais funcionários da agremiação, e com professores da rede atuando como interpretes em possíveis entrevistas realizadas na língua inglesa.

A previsão de estreia do uniforme com a marca do CNA é o próximo domingo (26), quando o Santos enfrente o Ituano em partida válida pelo Campeonato Paulista. O logo será estampado na manga da camisa e, nos próximos jogos, estará na omoplata.

Paulista de Jundiaí

Outro clube que fechou patrocínio recentemente foi o Paulista de Jundiaí, que terá como parceiros durante o Campeonato Paulista a Locaweb e a rede Outback Stakehouse. Intermediado pela Wolff Sports, o acordo prevê que as empresas tenham espaço para suas marcas no uniforme do time, backdrop da equipe e no site oficial.

Para o jogo desta quarta-feira (22) contra o Corinthians, em Americana (SP), o Outback terá sua marca estampada também nos ombros do uniforme do Paulista.

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Fonte: propmark

16
jan 2014
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Empresa proibida de atuar no Brasil patrocina o Botafogo.

Parceria empresa Botafogo print (Foto: Reprodução / Internet)

A Telexfree, empresa que pretende vender telefonia VOIP no Brasil, anunciou através um vídeo no YouTube (assista ao vídeo aqui) uma parceria com o Botafogo. Com operações bloqueadas judicialmente no país, a Telexfree assinou o contrato com o clube carioca em Miami, nos EUA. Pelo Botafogo, estiveram presentes o diretor comercial Airton Mandarino e a diretora jurídica Joana Prado. Pela Telexfree, o presidente da empresa, James Merrill e o diretor de tecnologia, o brasileiro Carlos Walzeler. Ambos ganharam camisas do clube. Não foram anunciados os valores da parceria

- Para o Botafogo, mais do que se associar a uma outra marca, nós tentamos entender os negócios dos nossos parceiros e tentar construir relações que sejam duradouras e tragam resultados. Para nossa estratégia de internacionalizar a marca firmar uma parceria com uma empresa americana… é absolutamente fundamental. E vamos ajudar a estratégia de comunicação da Telexfree – disse Mandarino.

- Nós estamos muito empolgados em assinar esse contrato com o Botafogo. Sentimos que era o que precisávamos para levar Telexfree para cada residência no Brasil – disse James Merril, presidente da empresa americana.

A Telexfree tem travado na justiça uma luta para conseguir operar no Brasil. Denunciada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) por suspeita de atuar sob esquema de pirâmide financeira, a empresa teve suas contas e operações bloqueadas pela justiça do Acre em 2013. E ainda foi multada no fim de dezembro em R$ 11 mil por entrar com recurso considerado protelatório, com a intenção de atrasar o andamento de dois processos: o que bloqueou as atividades da empresa e outro que pede a extinção do negócio.

O apresentador do vídeo em que a parceria com o clube carioca é anunciado é Carlos Costa, diretor de marketing da Telex Free. Costa participou de audiência na Assembleia Legislativa do Acre no fim de 2013 – tentando para defender o desbloqueio das ações da empresa. No vídeo, ele se mostra empolgado:

- Agora todo divulgador Telex Free tem um time: o Botafogo. Estaremos juntos nos estádios pelo Brasil e na Libertadores. Traremos com certeza o título dessa Libertadores para o Fogão!.

Para entender o caso Telexfree no Brasil – clique aqui.

Fonte: Globoesporte

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VEJAM O QUE FUNCIONA NA SEDE DA TELEXFREE

16
dez 2013
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Intel patrocina Barcelona

A Intel e o Barcelona anunciaram na semana passada um acordo de patrocínio. A empresa estampará sua marca na parte interna do uniforme dos jogadores em troca do fornecimento de tecnologia para as instalações esportivas e educacionais mantidas pelo clube.

“A tecnologia que estamos fornecendo e os programas em que estamos trabalhando juntos foram projetados para elevar o Barcelona a um dos clubes de futebol mais tecnologicamente avançados do mundo e lançar um ambicioso conjunto de iniciativas educacionais”, disse Deborah Conrad, diretora de marketing da Intel.

A camisa com o patrocínio da Intel foi  usada pela primeira vez no sábado, quando o Barcelona enfrentou o Villareal pelo Campeonato Espanhol.

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Fonte: propmark

15
dez 2013
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Nissan corta patrocínio do Vasco

A briga lamentável entre as torcidas do Vasco e do Atlético Paranaense no último domingo vai doer no bolso de um dos clubes: a Nissan, que repassa 7 milhões anuais ao clube carioca, vai romper com o contrato que deveria durar mais três anos. A informação é da coluna Radar, de Lauro Jardim, publicada por Veja.

A ordem teria sido dada pela matriz da montadora, chocada com as imagens da pancadaria em Joinville (SC) no dia 8. As cenas foram veiculadas ou publicadas nos principais veículos internacionais.

Tudo somado, a situação do Vasco fica ainda mais difícil: rebaixado depois da derrota para o clube paranaense, o time foi multado nesta sexta em R$ 80 mil pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Perdeu ainda 8 mandos de campo.

Já o Atlético foi multado em R$ 120 mil, com perda de 12 mandos de campo.

23
nov 2013
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Adidas renova com a Fifa até 2030.

A Adidas prolongou seu contrato de patrocínio à Fifa até 2030. A marca de artigos esportivos é parceira da entidade máxima do futebol internacional desde 1970. Com o novo acordo, a empresa de origem alemã continua a ocupar um dos seis postos de parceiros oficiais (nível máximo para uma cota de patrocínio à Fifa). Segue, também, com os benefícios para explorar comercialmente os direitos de licenciamento de produtos e o fornecimento de material para todos os torneios chancelados pela Fifa, incluindo as Copas do Mundo – evento no qual a Adidas detém algumas propriedades exclusivas para ativar o patrocínio e incrementar o relacionamento com seus consumidores.

“Sem o suporte de longo termo de parceiros como a Adidas, não seria possível a realização de espetáculos globais, como a Copa do Mundo da Fifa, nem do nosso trabalho de desenvolvimento do futebol internacionalmente”, afirmou o diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, em comunicado oficial. “A Adidas é parte integral da história das Copas do Mundo. Nossa intenção é escrever juntos novos capítulos da história do futebol.”

Já o CEO do Grupo Adidas, Herbert Hainer, ressaltou que a extensão do acordo com a Fifa ajudará a companhia a ampliar sua posição de liderança no mercado de produtos relacionados ao futebol. O objetivo da empresa é que seu faturamento anual com o futebol supere os € 2 bilhões em 2014 – quantia recorde para a Adidas.

Fonte: Meio e Mensagem

22
nov 2013
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Anunciante têm dificuldades em mensurar retorno de patrocínios.

Patrocínios e marketing de eventos são atividades comuns e em crescimento, mas profissionais do marketing dos Estados Unidos estão enfrentando dificuldades na hora de mensurar qual a eficácia dessas práticas na exposição de marcas, indica um estudo realizado pela ANA (Associação Nacional dos Anunciantes). O órgão questionou 78 empresas envolvidas em iniciativas específicas de patrocínio e marketing de eventos, incluindo aquelas que medem o retorno dessas atividades, e descobriu que, para 70% delas, a necessidade de validar os resultados desses investimentos aumentou.

O relatório, porém, aponta que 38% dos entrevistados não estão satisfeitos com a habilidade da empresa em medir o ROI (Return Over Investiment) das iniciativas de patrocínio. Uma quantidade parecida (33%) disse sentir a mesma coisa quanto ao ROO (Return Over Operation). Apenas 20% disseram estar muito ou completamente satisfeitos com a capacidade de medição de retorno dessas iniciativas, mas a maioria – mais precisamente dois terços dos entrevistados – afirma estar apenas um pouco satisfeito com os métodos atuais.

O estudo coloca em evidência alguns aspectos que explicam a insatisfação dos profissionais de marketing americanos. Apenas metade dos entrevistados disse ter tentado checar os números gerados pelo patrocínio de forma isolada, sem considerar outras ações de marketing em curso. Além disso, 25% dos entrevistados disse não ter conseguido colher, analisar ou usar informações sobre resultados na hora de decidir sobre patrocínio ou marketing de eventos.

As três principais ferramentas usadas para medir a efetividade dessas iniciativas – a exposição de mídia gerada, o movimento das redes sociais e a percepção de marca – foram citadas por 70% das empresas participantes. “Organizações procurando patrocínio devem saber da importância de não somente oferecer benefícios, mas se tornar uma verdadeira parceira de seus patrocinadores e trabalhar com eles para estabelecer,atingir e medir objetivos claros”, diz Bob Liodice, presidente da ANA. “Uma melhor habilidade para medir o retorno vai acelerar o crescimento e gerar mais oportunidades”, completa.

Crescimento

Apesar das dificuldades em medir o retorno, o investimento em patrocínio deve crescer nos próximos anos, aponta uma projeção do eMarketer. O instituto de pesquisas afirma que será investido US$ 1,9 bilhão em conteúdo patrocinado neste ano, um aumento de mais de 24% em relação a 2012. Em 2017, o investimento superará a casa dos US$ 3,2 bilhões.

Fonte: propmark

16
nov 2013
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Corinthians renova com a Fisk.

O Corinthians renovou o contrato com a Fisk, uma das maiores redes de centros de ensino do Brasil, patrocinador que esteve com o clube em todas as recentes conquistas. A parceria, que começou em 2011, permanecerá com os mesmos elementos de 2013.

A marca será mantida nas mangas, um dos espaços mais valorizados nas camisas. Os uniformes de treino e de viagem também permanecerão com a marca do Centro de Ensino Fisk. Além disso, seis placas do patrocinador serão exibidas no CT Dr. Joaquim Grava.

“A parceria com o Corinthians começou em 2011 e, desde então, o time só ganhou e a Fisk só cresceu. O retorno sempre é positivo e vemos a parceria como uma das mais expressivas do futebol brasileiro. Temos certeza que em 2014 não será diferente”, comemora o Vice-Presidente e CEO da Fundação Fisk, Bruno Caravati.

“Uma parceria a longo prazo, uma marca forte e também um grande parceiro. A Fisk esteve conosco na últimas grandes conquistas e com certeza teremos mais um ano vitorioso”, exalta Caio Campos, Gerente de Marketing do Corinthians.

Fonte:  Adnews

2
nov 2013
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doritos patrocina ufc

A marca Doritos é a nova patrocinadora da liga de artes marciais mistas Ultimate Fighting Championship (UFC) e para comunicar a parceria o produto fabricado pela Pepsico lança nesta quinta-feira 31 a promoção “Desafio de fogo”. No site da ação, os fãs dos snacks poderão registrar palpites para as disputas que acontecem entre os dias 9 e 16 de novembro. Além disso, dois consumidores serão sorteados para assistirem às lutas do brasileiro Anderson Silva no UFC 168, marcado para o dia 28 de dezembro, na cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos.

A ação é reforçada pelo lançamento do Doritos Roleta, edição limitada dos salgadinhos com tortilhas apimentadas misturadas às de sabor nacho. “Criamos uma nova forma de consumo, o da interação, da brincadeira e da descontração. Com ele, reforçamos o nosso posicionamento e mostramos que Doritos é uma marca ‘para os fortes’ , cheia de atitude e personalidade”, declara Gonzalo do Pico, diretor de marketing da Pepsico, em nota. O Brasil é o terceiro País da América do Sul a comercializar o produto, depois da Venezuela e Colômbia. A novidade conta com ações nas redes sociais, além de filmes veiculados nas tevês fechada e aberta de São Paulo.
Fonte Meio e Mensagem

1
nov 2013
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heineken renova champions league

Os jogadores Bebeto e Seedorf durante a apresentação do troféu no Brasil, este ano

A Heineken anunciou ontem a renovação do patrocínio a Champions League, o campeonato interclubes que define o campeão europeu de futebol. O novo acordo estende a parceria, iniciada em 2005, até o torneio da temporada 2017/2018. O atual contrato se encerraria em 2015.

A Champions League é a principal ação de patrocínio da cervejaria de origem holandesa, que estima em 4,2 bilhões de pessoas, em mais de 220 países, o alcance da exposição de sua marca e ações de marketing relacionadas ao torneio – como o Trophy Tour, a turnê de apresentação da taça do torneio, que esse ano passará apenas pela Argentina na América do Sul. Ao todo, mais de US$ 60 milhões são investidos em mídia, promoções e ativações.

“Fazemos pesquisas relacionadas a esse patrocínio e aproximadamente 60% das pessoas já sabem que a Heineken é a patrocinadora da Champions League. É um bom número mas temos margem para aumenta-lo ainda mais”, afirmou Hans Erik Tujit, diretor global de ativações da Heineken, em entrevista ao Meio & Mensagem.

Fonte: Meio e Mensagem

27
set 2013
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Gatorade patrocina Arsenal e Liverpool.

A Gatorade, marca de isotônicos da PepsiCo, anunciou ontem ter fechado um contrato de patrocínio com os clubes ingleses Arsenal e Liverpool. A exemplo de como acontece com a seleção e com clubes brasileiros, a marca fornecerá produtos indicados para antes, durante e depois dos treinos e jogos, além de acesso ao GSSI (Gatorade Sports Science Institute).

“Nossa parceria com Arsenal e Liverpool vai além de um simples patrocínio. É o início de um longo relacionamento no qual poderemos ajudar alguns dos melhores jogadores a jogarem mais e melhor. Também poderemos apoiar os respectivos departamentos fisiológicos ao oferecer produtos e serviços exclusivos para cada equipe”, afirma Andrea Fairchild, vice-presidente global de marketing esportivo da marca.

26
set 2013
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Puma renova com Usain Bolt.

A Puma anunciou a renovação do contrato de patrocínio ao jamaicano Usain Bolt. O atleta, que treina e compete pela marca desde 2003, agora terá o apoio da fabricante de material esportivo garantido até o fim das Olimpíadas de 2016, a serem realizadas no Rio de Janeiro.

Bolt tem protagonizado diversas campanhas da Puma desde o início da parceria. A partir de 2014, ele também participará ativamente do desenvolvimento de novos produtos, bem como ações de comunicação e marketing da marca.

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Fonte: propmark

25
set 2013
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Não estamos mais no negócio da publicidade? Claro que estamos!

Direto do MIXX, em NY: “Nosso negócio não é mais propaganda; é ciência”, diz Sir Martin Sorrell

Bom, ouvir de Sir Martin Sorrell que não estamos mais no negócio da publicidade provoca, de imediato, pelo menos dois sentimentos: espanto e curiosidade. Mas o que @#$*# esse cara quer dizer com isso?

Ele explicou.

Publicidade no  estilo Mad Men não rola mais. O negócio hoje está tão impregnado de tecnologia e inovação, que para ser bem sucedido temos que nos colocar agora num setor que precisa mais e mais se aproximar da ciência. Ou das ciências. A chegada ao mercado de players de tecnologia como Google e Facebook, a explosão do volume de dados à disposição da indústria, trading desks, programatic media, vídeo, mobile, search, este é um universo para cientistas. Cientistas da comunicação e do marketing, bem entendido.

E aí, a volta por cima do lorde inglês. Um cenário assim, pondera ele, será cada vez mais favorável ao negócio das agências: “Quanto mais complicar, melhor para nós. Somos os intérpretes necessários disso tudo e somos agnósticos”. O recado é claro, serão elas, as agências, as parceiras independentes detentoras intermediárias das fórmulas de sucesso dos anunciantes, nesse laboratório de cientista maluco em que se transformou o mercado.

Brilhante.

Foi mais longe analisando o futuro e apontou para a China: “As formas de negócio dos grandes players chineses do momento, como o Alibaba e outros, vão ser nossa referência de transformação no futuro. Eles são a próxima grande coisa (the next big thing)”.

Misto de buscadores e redes sociais atingindo (literalmente) bilhões de pessoas, a previsão do senhor Sorrell é que, via bolsa de valores e investimentos de primeira grandeza, esses modelos e operações contaminarão em breve o Ocidente e poderão instaurar uma nova revolução, pós Google/Facebook.

Certamente, isso estava no radar de poucos na plateia.

PJ dá um show

Aplaudido de pé por parte da plateia presente ao MIXX 2013 após sua apresentação, PJ Pereira impressionou a todos não apenas com a simplicidade do seu modelo de trabalho interno na agência, a Pereira & O´Dell, como com os trabalhos que apresentou (dele e de outras agências de todo o mundo) reforçando sua tese geral de que definir pubkucidade é pura perda de tempo: “Não estou nem aí para o que seja publicidade”. E completou: “E é exatamente porque não sei o que é publicidade que eu gosto tanto dela”.

O binômio Problema/Solução, garante ele, comanda tudo que é feito em sua agência: “Num cenário em transformação, em vez de olhar o futuro, que é incerto, é a hora de olhar o passado e voltar a fazer o simples”.

O modelo de trabalho da Pereira & O´Dell se fundamenta em três círculos: conteúdo, aplicativos e distribuição. Cada pedaço tem seu papel, mas tudo funciona ainda melhor quando acontece junto. É o caso de sua campanha memorável para a Intel, que não só ganhou Leões em Cannes, como o Emmy Award, um prêmio não de publicidade, mas para conteúdos artísticos. Uma emblemática quebra de paradigmas.

Concluindo sua apresentação e respondendo a pergunta de Randall Rothernberg (presidente do IAB EUA) sobre o que os norte-americanos poderiam aprender com os brasileiros, PJ resumiu: “Parte dos meus melhores trabalhos foi feita sempre com a participação de diferentes profissionais de vários países do mundo. Se criatividade é ter ideias fora da caixa, quanto mais caixas melhor. Eu sou uma caixa, você é uma caixa. O que está fora da caixa pra mim é diferente do que está fora da caixa para você. É dessa troca que nasce a melhor prublicidade. A criatividade nasce da diversidade”.

Resumindo

Por dois dias, o MIXX 2013 seguiu perseguindo a resposta ao seu tema central “Advertising is __________?”( Publicidade é…?) O extrato que fica desse caldo é que essa pergunta não tem mais resposta nos dias de hoje. E cada vez que a fazemos, novas perguntas surgem.

Ao não conseguir um consenso definitivo para sua questão fundamental, o MIXX 2013 atingiu talvez algo ainda mais legal: as versões de cada um. A diversidade.

E se o PJ estiver certo, será nela que encontraremos a criatividade necessária para re-inventar nosso negócio, que como definiu Sir. Martin Sorrell, não é, nem será mais, o que costumamos chamar de o negócio da propaganda.

POR PYR MARCONDES
Direto de Nova Iorque, a convite do IAB Brasil, para Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Posso parecer metido, mas tenho que ser. Publicidade é a criação e a distribuição de mensagens de vendas eficientes (sejam elas na forma que forem), para públicos selecionados.

O que li, acima, compreendem de formam míope o Advertising Business (Negócio da Publicidade), meramente como criação e veiculação de anúncios.

Pois, amigos, Publicidade é muito, muito mais do que isso  (como explico em meu recém-lançado livro PUBLICITAR – Uma nova Visão da Publicidade).

Mensagens de vendas, Mr. Sorrell, pode ser promoção, pode ser relações públicas, assessoria de imprensa, marketing de aromas, iluminática, internet, cinema,  design, embalagens, franchising, games, licenciamento, marketing direto, marketing social, marketing esportivo, marketing ambiental, patrocínio, eventos, feiras e exposições,  merchandising e outras tantas formas de comunicar.

Tecnologia qualquer um, com dinheiro, compra.

O negócio da Publicidade é talento. Criação e implantação de ideias que vendem, de forma orquestrada (com vários dos instrumentos que citei acima) ou não.

Não é só ciência. Não é só software. Não é só tecnologia.

É comunicação muito além do anúncio, integrada, planejada, orquestrada.

Sem ideias que ajudam a vender a Publicidade some. Não tem razão de existir.

Marketing, convém relembrar, é a criação e o desenvolvimento de ideias que aumentem vendas e lucros, de forma constante.

Sem ideias inovadoras, ousadas, diferenciadas, isso é impossível na arena da disputa pela mente dos consumidores.

Que me desculpe Mr. Sorrell, mas Publicidade é isso e é muito mais do que comprar empresas de tecnologia (que qualquer um pode fazer, se tiver dinheiro).

O que seria da WPP sem agências e publicitários que criam ideias que ajudam os anunciantes a vender? E que ainda ganham prêmios de criação?

Nada. Só um bando de nerds criando programas novos, sem conteúdo que convença, que encante, que persuada os consumidores e que ajude a vender.

Talento não é ciência. Pode se servir dela, mas não vem numa caixinha com manual de instruções.

JJ

25
set 2013
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Globo renova patrocínios da Fórmula Um para 2014.

Os fãs do automobilismo ainda não têm certeza se a temporada de 2014 da Fórmula 1 terá a presença de um piloto brasileiro. Da parte da Rede Globo, no entanto, as mesmas seis marcas que já fazem parte das transmissões continuam na pista no ano que vem. Pelo quarto ano consecutivo, Mastercard, Nova Schin, Petrobras, Renault, Santander e TIM serão os patrocinadores oficiais da transmissão da principal competição automobilística do mundo.

Os patrocinadores tinham até essa última segunda-feira, 23, para manifestar sua intenção de renovar o contrato. A continuidade da parceria foi anunciada na mesma noite, durante o Jornal Nacional, pelo apresentador William Bonner. Não foram divulgados os valores da cota de patrocínio. Para a temporada 2013, cada uma delas tinha o preço de tabela de R$ 62 milhões.

Para 2014, que marcará a 65ª edição da Fórmula 1, a Globo promete a transmissão dos 19 Grandes Prêmios, bem como de seus respectivos treinos classificatórios oficiais. A exibição dos patrocinadores também contempla a cobertura jornalística da Fórmula 1 nos telejornais da casa.

Fonte: Meio e Mensagem